Suspeito de Incêndios na Madeira Condenado a Três Anos de Prisão Efetiva VIDA DE BOMBEIRO

terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Concurso para Aluguer de Helicópteros ao INEM em Vias de Ser Cancelado


O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) lançou em Novembro um concurso para aluguer de helicópteros que está, agora, em risco de ser cancelado. Tudo porque, soube o PÚBLICO, só concorreram duas empresas e ambas apresentaram propostas de valor superior ao que era admitido pelo INEM no caderno de encargos.

Ao que o PÚBLICO apurou junto de fontes do processo, as empresas concorrentes foram a Babcock, que actualmente presta o serviço, e a Heliportugal. Mas as duas propostas acabaram por avançar um preço superior ao que estava nos requisitos do INEM. O júri do concurso emitiu esta segunda-feira o relatório preliminar, que foi entregue às empresas. Estas têm agora cinco dias para se pronunciar. 

A decisão de cancelar o concurso só será tomada depois da pronúncia dos concorrentes e quando o júri elaborar o relatório final. Contudo, a apresentação de um valor superior ao que está no caderno de encargos é motivo para exclusão das propostas e, por conseguinte, argumento para o cancelamento do concurso. De acordo com a resolução do conselho de ministros, o INEM tinha até 45 milhões para gastar nesta iniciativa.

O INEM não confirma para já esta informação, mas reconhece a existência do relatório preliminar. "Foi ontem disponibilizado, às empresas concorrentes, o relatório preliminar do júri do concurso. A partir dessa data, contam-se cinco dias úteis para audiência prévia dos concorrentes. Terminado esse prazo, haverá lugar ao relatório final do júri do concurso que será depois colocado à consideração do Conselho Diretivo do INEM", respondeu o instituto ao PÚBLICO.

O contrato plurianual de aluguer de helicópteros para prestação de socorro médico de emergência terminou no final do ano passado e este concurso internacional visava a sua substituição por outro, com novas regras e mais uma aeronave para os próximos quatro anos, de 2018 a 2022. 

O concurso que ainda decorre prevê a locação, manutenção e operação de quatro helicópteros e ainda inclui uma novidade que é o fornecimento de equipamentos, consumíveis e equipa médica (médico e enfermeiro) para cada helicóptero. Este último ponto causou críticas tanto a médicos como enfermeiros, como o PÚBLICO noticiou no final do ano passado. 

Para garantir que mantém helicópteros a voar e a prestar auxílio médico mais rápido, o INEM continuará a recorrer a ajustes directos, tendo como base o contrato anterior com a Babcock. Tal como o PÚBLICO noticiou, estes ajustes directos têm um custo directo de cerca de meio milhão de euros por mês. O INEM garante que é um valor que não aumenta os encargos para o instituto. Pelas contas do INEM, o pagamento será de 487 mil euros nos meses em que serão alugados três helicópteros (o quarto é assegurado por um Kamov cedido pela Autoridade Nacional de Protecção Civil) e nos meses em que precisam de quatro (porque o Kamov está no combate aos fogos) esse valor ronda os 650 mil euros.

Fonte: Publico

EDP Oferece Viatura aos Bombeiros de Castelo de Vide


Existimos todos os dias para dar, dar apoio, dar assistência, dar socorro....Mas, felizmente, também temos dias para receber. Foi o que aconteceu na passada sexta-feira dia 19. Ao Quartel de Castelo de Vide chegou uma viatura (TT) de Comando oferecida pela EDP Distribuição-SA.

Estiveram presentes no acto os representantes da EDP e diversos representantes de entidades locais e regionais.
A Associação de Bombeiros de Castelo de Vide está grata à EDP Distribuição - SA por este gesto que em muito vem contribuir para um melhor desempenho das nossas funções.

Obrigado

B.V. Castelo de Vide

Governo Avisa que Limpeza de Terrenos tem de Ser Feita Até Março


As limpezas de vegetação em redor de casas e povoações devem ser realizadas até março, recordou hoje o ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, apelando à prevenção para evitar os incêndios florestais.

Em Vila Nova de Poiares, um dos concelhos afetados pelos fogos de 15 e 16 de outubro, Eduardo Cabrita fez “um apelo a todos os portugueses”, incluindo autarquias, empresas públicas e privadas e cidadãos em geral, para que esses trabalhos sejam concluídos dentro do prazo.

Fonte: diariodominho.pt

Incêndio em Biblioteca de Ferreira do Alentejo Faz Um Ferido Grave


Ao início da tarde desta terça-feira, deflagrou um incêndio na Biblioteca Municipal de Ferreira do Alentejo, confirmou o Notícias ao Minuto junto de fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Beja.

O alerta foi dado às 14h46 e a intensidade das chamas fizeram um ferido grave e um ferido ligeiro que foi, aliás, assistido no local.

No local estão os bombeiros de Ferreira do Alentejo, a Polícia Municipal, a GNR e a VMER de Beja. 

Desconhece-se até ao momento a extensão dos danos materiais, bem como o que terá estado na origem do incêndio. 

Fonte: Noticias ao Minuto

Mulher Nega Ter Ateado Intencionalmente Incêndio em Anadia


Uma mulher de 48 anos negou hoje no Tribunal de Aveiro ter ateado intencionalmente um incêndio florestal em Anadia no dia 20 de junho de 2017, três dias depois de ter deflagrado o fogo de Pedrogão Grande.

A arguida, que falava na primeira sessão do julgamento, disse que decidiu fazer uma queimada com um monte de silvas, que tinha cortado na sua propriedade agrícola.

"Infelizmente fiz a fogueira muito próximo da propriedade agrícola da vizinha. A chama arrastou e queimou 10 metros quadrados de mato seco", ressalvou, contrariando a acusação que fala numa árfea ardida de 100 metros quadrados.

Perante o coletivo de juízes, a mulher contou ainda que foi buscar um balde de água e começou a apagar as chamas, adiantando que quando os bombeiros chegaram "a fogueira estava extinta".

A arguida, que está acusada de um crime de incêndio florestal, foi detida pela GNR nas imediações do local onde ocorreu o fogo, encontrando-se desde então em prisão preventiva.

Segundo a acusação do Ministério Público (MP), a mulher decidiu atear fogo a um terreno agrícola situado próximo da sua residência, em Vila Nova de Monsarros, Anadia.

De acordo com a investigação, a arguida verteu uma quantidade de álcool sobre vegetação rasteira e acendeu um fósforo, dando origem a um incêndio que consumiu 100 metros quadrados de matos e silvas.

O MP diz que o fogo, que foi prontamente detetado e combatido por populares e pelos Bombeiros, "poder-se-ia ter propagado à extensa mancha florestal adjacente, bem como a inúmeras habitações próximas".

Fonte: Noticias ao Minuto

Três Feridos em Despiste na EN385


Três pessoas ficaram feridas na sequência do despiste de uma viatura ocorrido na Estrada Nacional 385 na zona de Safara, no concelho de Moura, em Beja.

Fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro de Beja disse ao Notícias ao Minuto que um veículo ligeiro de passageiros despistou-se no cruzamento da EN385 com a EN258, tendo provocado ferimentos ligeiros a três pessoas.

Para o local foram mobilizados 12 operacionais da corporação de Bombeiros de Moura apoiados cinco viaturas. A GNR também foi chamada ao local.

Fonte: Noticias ao Minuto

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

EDP Oferece Viatura aos Bombeiros Voluntários da Feira


A EDP Distribuição - Energia SA entregou, esta manhã, uma viatura à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Feira.

A viatura, um ligeiro todo-o-terreno, integrava a frota da EDP Distribuição - Energia, SA e irá agora ser adaptada para utilização em intervenções rápidas de combate a incêndios em diversos cenários, aumentando desta forma, a capacidade operacional ao nível da gestão de ocorrências.

Na cerimónia de entrega da viatura estiveram presentes o presidente do Conselho de Administração da EDP Distribuição, João Torres, diretor da EDP Comercial, Manuel Monteiro, o responsável da EDP Distribuição - Feira, o presidente da Câmara Municipal de S. M. Feira, Emídio Sousa, o vereador do pelouro da Proteção Civil Municipal, Vítor Marques, o o presidente da União de Freguesias, Fernando Leão, o presidente da Direção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Feira (AHBVF), Artur Brandão, presidente da Assembleia Geral da AHBVF, Júlio Tavares Rodrigues, presidente do Conselho Fiscal da AHBVF, Fernando Costa, os 1.º e 2.º Comandante dos Bombeiros, Jorge Coelho e Abel Valente e demais diretores das entidades intervenientes no ato.

Esta iniciativa da EDP Distribuição insere-se no âmbito da sua política de parceria e proximidade com instituições e autoridades locais para promoção da segurança e bem-estar das populações.

A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Feira, agradece publicamente à EDP Distribuição - Energia SA, o inestimável contributo para o melhor despenho operacional deste Corpo de Bombeiros.

94.º Aniversário dos Bombeiros de Marco de Canaveses


Os Bombeiros Voluntários de Marco de Canaveses comemoraram o 94.º aniversário de criação da Associação Humanitária, no domingo, dia 21 de Janeiro.

A Presidente da Câmara Municipal de Marco de Canaveses, Cristina Vieira, associou-se ao acto comemorativo, nomeadamente na Sessão Solene, fazendo parte da Mesa de Honra, na qual esteve também presente o Presidente da Assembleia Municipal, Jorge Vieira.

Do ato comemorativo destacam-se a imposição de novas insígnias aos elementos do "Corpo Ativo", uma parada e desfile apeado, a colocação de uma coroa de flores no Monumento ao Bombeiro, a cerimónia de bênção de 3 novas viaturas, uma das quais comparticipada pela Câmara Municipal, e a inauguração e bênção das obras de remodelação e ampliação do quartel, que passa a dispor de uma nova unidade de balneários e armários individuais.

As cerimónias comemorativas da Associação Humanitária, fundada oficialmente no dia 20 de janeiro de 1924, terminaram com a realização de um almoço volante em que participaram os elementos do corpo ativo, quadros de honra, dirigentes e convidados.

Bombeiros-Estudantes: “Não se Concilia, Joga-se na Fé”


Portugal dispõe de uma vasta corporação de bombeiros voluntários. Entre eles existem bombeiros-estudantes que se esforçam por conciliar os dois "mundos" - a universidade e o quartel.

O estatuto de bombeiro-estudante foi publicado in Diário da República e abrange universitários bombeiros. As universidades têm uma tendência para adaptá-lo às suas condições. Contudo, e como os próprios estudantes afirmam, não traz nenhum benefício efetivo excepto a utilização da época especial para exames. Em termos de propinas, apenas há diminuição dos custos depois de 2 anos de serviço.

Mariana Nunes, Ana Santos, Marlene Rocha e Maria João Nunes são exemplos do que é ser-se bombeira-estudante na academia. Todas estudantes universitárias em Coimbra e Vila-Real, as bombeiras voluntárias no quartel de Santa Maria da Feira, aos 19 anos assumem que é “preciso abdicar-se de muita coisa lá fora” para se conseguir conciliar as duas tarefas. Porém, reconhecem que fazem um esforço para estar nos dois lados. Mariana chega a afirmar que “não se concilia, joga-se na fé”.

Compreensão Social

Uma das dificuldades que destacam é a compreensão por parte da sociedade. Aos olhos dos outros, estudar no quartel é “um plano furado”, como afirma Marlene Rocha. Uma vez que não consegue abdicar do quartel, une as duas da forma que considera mais pertinente. Ana Santos revela que o facto de serem jovens também leva a que os utentes, por vezes, sejam “mal educados”. No entanto, há quem venere o  trabalho da juventude. Melões, laranjas, tangerinas são exemplos de oferendas simbólicas que lhes costumam ser entregues em forma de agradecimento.

Mesmo com declaração de justificação de faltas pelo posto de comando, Maria João diz que faltar às aulas é “prejudicial num certo ponto”. A  perda de rumo na matéria lecionada que, por vezes, é difícil recuperar foi uma das  dificuldades apontadas pela estudante. Todas sentem que há uma falha de comunicação e interesse por parte dos docentes, já que estão a prestar “um serviço público” e são prejudicadas por tal.

Questionadas sobre o que é ser-se bombeiras-estudantes na atualidade, reforçam a ideia de abdicar da vida comum de um adolescente. Para Mariana é “uma ginástica acrobática”, pois só assim se “consegue manobrar o estar na faculdade” e estar no quartel. Vêem como um desafio “revitalizante”, principalmente, quando alcançam sucesso nos dois “mundos”. Para Ana Santos é um descobrir de sentimentos que não encontra “em outro lugar”, dos quais destaca o companheirismo.

Fonte: https://juponline.up.pt/

PJ Confirma Mão Criminosa em Incêndios no Pinhal de Leiria


Polícia Judiciária confirmou fogo posto na origem dos dois incêndios que atingiram o Pinhal de Leiria a 15 de outubro. Mais de 80% do pinhal ardeu.

Os dois incêndios que a 15 de outubro de 2017 devastaram 86% do Pinhal de Leiria tiveram "mão criminosa", disse fonte da Polícia Judiciária (PJ) de Leiria, adiantando que a investigação ainda não terminou.

No sábado, o jornal Expresso afirmava que num dos incêndios do Pinhal de Leiria "foi usado um engenho artesanal para atear o fogo", embora os investigadores não tenham ainda conseguido identificar os autores.

Estes incêndios destruíram mais de 80% do Pinhal do Leiria, naquele que foi considerado o pior dia do ano de 2017 em fogos.

Neste dia e no seguinte morreram 45 pessoas vítimas dos incêndios florestais que atingiram sobretudo a região Centro.

O Expresso afirmava igualmente que os fogos que nesses dias deflagraram no distrito da Guarda foram resultados de queimadas iniciadas por dois pastores locais.

Por outro lado, na quinta-feira, o investigador Paulo Fernandes disse que o fogo que no mesmo dia deflagrou na Lousã, no distrito de Coimbra, teve origem num "acidente elétrico".

Fonte: TSF

Alterações Climáticas Vão Trazer Incêndios Intensos e Difíceis de Apagar


As alterações climáticas vão mudar o tipo de incêndios florestais, que serão de maior intensidade e difícil extinção, e comprometerão seriamente as economias rurais e os bosques mediterrânicos, segundo uma investigação publicada hoje na revista Ecological Monographs.

No estudo internacional, coordenado pelo investigador Víctor Resco de Dios, da Universidade de Lérida, participaram também investigadores da Universidade Nacional de Educação à Distância, da Austrália, e da Universidade holandesa de Utrech.

A Europa perdeu mais de três milhões de hectares de bosques mediterrânicos nos últimos 15 anos, segundo dados do "Joint Research Centre" da União Europeia (Centro Comum de Investigação) recolhidos para o estudo.

O aumento das temperaturas, a falta de chuva e as secas, consequências das alterações climáticas, vão favorecer a propagação de incêndios florestais.

No ano passado em Portugal arderam mais de 200 mil hectares, o valor mais elevado dos últimos dez anos e em Espanha arderam cerca de 175 mil hectares, o que tornou 2017 o pior ano de incêndios também na última década.

A transformação do regime de incêndios provocará episódios de desflorestação em grande escala que mudarão profundamente a estrutura da vegetação nos próximos anos.

"Já estamos a observar uma transformação nas características destes fenómenos", disse Resco de Dios, citado pela agência de notícias Efe.

E exemplificou com os incêndios em bosques de média montanha, que tradicionalmente eram de baixa intensidade e fáceis de apagar e que estão a adquirir hoje uma intensidade que pode "superar a capacidade de extinção".

Fonte: Noticias ao Minuto

Câmara da Guarda Garante Continuidade na Prevenção a Incêndios


A Câmara Municipal da Guarda vai continuar a apostar este ano na limpeza das florestas e na prevenção para minimizar o problema dos incêndios florestais, anunciou hoje o seu presidente.

"Vamos definir um plano de ataque no domínio da prevenção", disse hoje o autarca Álvaro Amaro (PSD) aos jornalistas, no final da reunião quinzenal do executivo onde o assunto foi abordado.

Durante a reunião, o vereador socialista Eduardo Brito perguntou "o que está a ser planeado" pela autarquia em relação à limpeza de matos e à aplicação da lei, com o objetivo de minimizar as consequências dos fogos rurais.

Álvaro Amaro lembrou que, em 2017, no âmbito do plano municipal contra incêndios, o município investiu 600 mil euros em várias ações, com destaque para a limpeza das faixas de segurança.

"Foi feito um investimento brutal. O que nos conforta é que se não tivéssemos feito [o investimento], porventura, os impactos podiam ser maiores. E é isso que nos incentiva a prosseguir", afirmou.

Garantiu que este ano a autarquia vai "continuar a apostar na limpeza e na prevenção".

"Eu estou disponível para fazer tudo o que estiver ao meu alcance, com mais ajudas do Governo, menos ajudas do Governo. Nós investimos mais de 600 mil euros no verão passado e estamos dispostos naturalmente a continuar a investir de modo a minimizar esse problema. E acho que trabalhámos muito e acho, sinceramente, que o minimizámos", rematou.

Em relação aos apoios disponibilizados este ano pelo Governo, reafirmou "que se controle, que se fiscalize o mais possível, mas que se faça", porque "o caminho é o estímulo à prevenção e não o da penalização".

"Quando o Governo vem dizer que tem uma linha de crédito de 50 milhões [de euros], vamos ver qual vai ser o acesso se não alterarem o quadro onde ela se torna mais efetiva", observou.

Na opinião de Álvaro Amaro, "a questão chave [para diminuir os incêndios rurais] é ocupar e vigiar a floresta 24 horas por dia".

Na mesma reunião, o vereador do PS, Eduardo Brito, referiu-se ao anunciado aumento nas Scut (vias sem custos para o utilizador), como é o caso das autoestradas A23 (Guarda/Torres Novas) e A25 (Vilar Formoso/Aveiro), e lamentou a decisão.

"É um sinal preocupante ao qual daremos combate forte. Nós somos pela abolição total das portagens e não aceitamos este aumento. O Governo tem que repensar muito rapidamente esta relação com as Scut porque a região perde muita competitividade com esta questão das portagens", declarou.

O presidente da autarquia lembrou que na semana passada a Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela aprovou por unanimidade um voto de indignação pelo aumento de portagens nas antigas Scut que servem a região.

O aumento "é incoerente e não faz sentido, principalmente nestes territórios de baixa competitividade", afirma Álvaro Amaro.

Fonte: Noticias ao Minuto

Mãe Mata Filha de Quatro Anos em Banho de Água a Ferver


Um casal norte-americano está acusado do homicídio da pequena Gabrielle Barrett, de apenas quatro anos. 

A mãe e o namorado terão morto a criança no banho com água a ferver, deixando-a com o corpo completamente queimado. O caso, ocorrido no da 1 de janeiro, deixou os polícias e médicos envolvidos em choque. 

A água usada estava tão quente que derreteu a pele da menina e fez com que parte do corpo se dissolvesse. As autoridades encontraram a pele derretida de Gabrielle na banheira e na canalização. O médico que realizou a autópsia ao corpo de Gabrielle referiu, em tribunal, estar perante "o pior caso de maus-tratos infantis" que alguma vez vira. 

A mãe de Gabrille, Candice Diaz, de 24 anos, e o namorado Brad Fields, de 28 anos, puseram-se em fuga após o crime, ocorrido no estado norte-americano do Michigan, e foram detidos sete dias depois. A detenção foi gravada em vídeo pela polícia. 

Durante o interrogatórios os dois alegar sofrer de distúrbios mentais. A mãe, que diz sofrer de distúrbio bipolar, stress pós-traumático, depressão e ansiedade, afirma que foi a própria filha a encher a banheira com água para tomar banho. 

A mulher voltou depois atrás com a palavra e explicou que a menina tinha tomado dois banhos nesse dia. Na segunda vez que a menina tomou banho, a mãe diz que encheu parte da banheira e que deixou a filha sozinha para ir fazer panquecas. Candice afirma que, quando voltou, encontrou a filha submersa em água muito quente, pelo que chamou o namorado para a ajudar a fazer manobras de reanimação. 

Durante as buscas feitas na casa do casal foi encontrada cocaína. Candice e o Namorado dizem que não estavam medicados para os problemas mentais de que sofrem. Os dois aguardam o início do julgamento na prisão.

Fonte: Correio da Manhã

Homem de 99 Anos Morre em Incêndio na Própria Casa


Um homem de 99 anos morreu, esta segunda-feira à tarde, durante um incêndio na própria casa em Salvaterra do Extremo, no concelho de Idanha-a-Nova.

No local estão vários elementos da GNR aguardando a chegada da Polícia Judiciária. O corpo permanece no interior da habitação.

Fonte: JN

Ciclista em Estado Grave Após Colidir com Ambulância em Chaves


Um homem de 76 anos sofreu ferimentos graves, esta segunda-feira, depois de colidir com uma ambulância, junto ao aeródromo, em Chaves.

Segundo fonte dos Bombeiros Flavienses, o ciclista seguia à frente da ambulância, na mesma faixa de rodagem, e embateu na viatura de socorro, que seguia em marcha de emergência, ao tentar mudar de direção à esquerda.

Os tripulantes e o ocupante da ambulância, que pertence a uma corporação de um concelho vizinho, não sofreram ferimentos.

O ciclista foi assistido pela equipa da Viatura Médica de Emergência e Reanimação de Chaves e pelos Bombeiros Flavienses. Foi depois transportado para a unidade hospitalar de Chaves.

A PSP tomou conta da ocorrência.

Fonte: JN

Madeira Queimada Pode Render 1,5 Milhões de Euros ao Estado


O Estado deverá encaixar um milhão e meio de euros com a madeira queimada proveniente dos incêndios do Verão passado. O valor é avançado na edição desta segunda-feira do “Jornal de Notícias”, que cita fonte do Ministério da Agricultura.

A madeira em causa é proveniente vários lotes de pinheiro bravo provenientes dos distritos de Leiria, Coimbra, Guarda, Viseu e Castelo Branco e que estarão à venda.

Diz o jornal que, ao todo, já foram vendidos 61 lotes em hasta pública – o correspondente a mais de 1700 hectares e quase meio milhão de árvores. No Pinhal de Leiria (que perdeu mais de 80% para o fogo em Outubro), conta ainda o diário, “a azáfama é grande” para cortar a madeira a ser vendida.

Esta terça-feira, é apresentado na Marinha Grande o plano de reflorestação do pinhal de Leiria. A apresentação está a cargo do presidente do Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), Rogério Rodrigues.

Segundo o “Correio da Manhã”, o plano deverá estar concluído em Julho e estabelece um prazo de implementação de cinco anos. O Governo diz-se disponível para investir 10 milhões de euros neste processo, que começa com a remoção da madeira queimada e melhorar a segurança ao nível das comunicações.

O primeiro-ministro, António Costa, e o ministro da Agricultura, Capoulas Santos, também estarão presentes na cerimónia e irão deslocar-se ao Observatório Local do Pinhal de Leiria.

Na Internet, corre uma petição a pedir que o dinheiro da madeira queimada nesta histórica mata pública seja todo aplicado na sua reflorestação.

Fonte: Renascença

Sabe Como Deve Transportar Crianças no Automóvel? PSP Clarifica


Polícia de Segurança Pública recorre à página de Facebook para recordar as regras de transporte de crianças nos automóveis.

A Polícia de Segurança Pública decidiu, este domingo, recordar as regras de transporte de crianças no automóveis, numa publicação que conta agora com mais de mil partilhas, 1.100 gostos e dezenas de comentários impregnados de dúvidas.

As autoridades esclarecem, por exemplo, quando uma criança não deve usar o banco da frente: se tem menos de 12 anos e não possui 135 cm de altura. Mesmo assim, no banco de trás, deve ter um sistema de retenção homologado ao seu peso e tamanho.

No caso de crianças com menos de três anos, só pode ir no banco da frente com o ovo virado para a retaguarda e com o airbag do passageiro desligado.

No entanto, no caso de carros com dois lugares, qualquer criança com mais de três anos pode ir no banco da frente, desde que com sistema de retenção.

Fonte: Noticias ao Minuto

Erros Médicos Matam mais do que Acidentes na Estrada


De janeiro a 22 de dezembro de 2017, o Departamento de Investigação e Ação Penal de Lisboa instaurou 60 inquéritos relativos a negligência médica.

Em 2016 foram 55. Segundo a Procuradoria-Geral da República, apenas a procuradoria distrital de Lisboa faz o tratamento estatístico deste tipo de queixas. Estima-se que, todos os anos, o erro médico vitime 1300 a 2900 pessoas - mais do que os acidentes de carro.

Fonte: JN

Auto-Escada dos Sapadores de Coimbra só Sobe até aos 30 Metros


A auto-escada dos Bombeiros Sapadores de Coimbra não foi utilizada para combater o incêndio numa varanda no 11.º andar de um edifício denominado como uma das “Torres” da Solum, em Coimbra, porque só tem capacidade para aceder até 30 metros de altura e o apartamento em causa terá mais que aquela altura.

De acordo com o comandante Paulo Palrilha, o que se passou ontem, no combate ao incêndio na Solum foi uma «situação pontual». Isto é, na perspectiva do responsável pelo comando da Companhia de Bombeiros Sapadores, a auto-escada disponível é suficiente «para 99% das situações que possam ocorrer na cidade, porque Coimbra não tem muitos prédios com mais de 10 andares».

Aliás, a ideia do comandante é que a maior parte das corporações do país não estará equipada com auto-escadas com capacidade superior a 30 metros, até porque, ressalvou, é um meio “bastante caro”, que pode ir além dos 500 mil euros. Questionado se está na perspectiva da companhia profissional adquirir uma auto-escada de maior dimensão, , Paulo Palrilha referiu que tal “ainda não foi devidamente equacionado”.

Ontem, apesar de terem deslocado para o local uma auto-escada, os bombeiros, munidos de equipamento de protecção individual (máscaras), acederam ao edifício através das escadas e imobilizaram o elevador por precaução. Um “aparelho eléctrico”, que os bombeiros afirmam desconhecer o tipo, esteve na origem do fogo, que consumiu o aparelho e causou estragos na varanda.

O alerta terá sido dado por uma mulher que estaria a confeccionar comida na cozinha do apartamento e que ao aperceber-se do cheiro a fumo foi verificar a sua proveniência.

Segundo os bombeiros, o fumo que, entretanto, se formou causou danos no apartamento e não foi necessário recorrer à evacuação do edifício.

No local compareceram os Bombeiros de Coimbra (Sapadores e Voluntários) com um total de 14 elementos e quatro viaturas. A PSP tomou conta da ocorrência.

Fonte: Diário de Coimbra

Rui Nogueira Vai Para a Protecção Civil Municipal


Três anos depois de ter tomado posse como 2.º comandante operacional distrital de Viseu, Rui Nogueira vai agora assumir novas funções na protecção civil, no entanto, a nível municipal. Segundo o responsável, terminada a comissão de serviço na Autoridade Nacional de Protecção Civil, aceitou o convite feito pela Câmara Municipal de Viseu.

Fonte: Diário de Viseu

Bombeiros de Salvaterra Fazem Parto a Bordo da Ambulância


Os bombeiros Rui Côdea e Bruno Simões, dos Voluntários de Salvaterra de Magos, tiveram uma noite especial a bordo da ambulância do INEM ao serviço da corporação.

Chamados a transportar uma parturiente em fase final para o Hospital de Santarém, Rui Côdea e Bruno Simões foram surpreendidos pelo menino, que não quis esperar pela chegada à unidade de saúde e obrigou a uma paragem forçada a meio caminho.

Os dois operacionais viram-se obrigados a parar a ambulância na A13 e a auxiliar a mãe no parto, que correu normalmente.

Segundo os bombeiros, quer a mãe quer o recém-nascido encontram-se bem de saúde.

Fonte: Rede Regional

Câmara do Porto e a Escola Nacional de bombeiros assinaram um protocolo par a criação de uma Unidade Local de Formação na cidade


A Câmara Municipal do Porto e a Escola Nacional de Bombeiros assinaram hoje um protocolo para criação de uma Unidade Local de Formação (ULF).

A Unidade vai operar nas instalações do Batalhão de Sapadores Bombeiros do Porto e vai estar à disposição dos 45 corpos de bombeiros existentes no distrito do Porto e funcionará em rede com as restantes ULF do distrito, designadamente Coimbrões, Vila do Conde e Baltar.

Para além da formação dos bombeiros, o presidente da Câmara do Porto salientou também o facto da capacidade instalada permitir "capacitar e desenvolver as competências de empresas e outras entidades privadas". Rui Moreira, no discurso da assinatura do protocolo, referiu o "grande investimento" que o Porto tem feito na área da proteção e socorro, nomeadamente através do Batalhão de Sapadores.

Com a criação da primeira ULF no Porto e a segunda num município dotado de bombeiros sapadores, a Escola Nacional de Bombeiros aumenta a sua rede de infraestruturas de formação para 35 protocoladas.

Por sua vez, o presidente da Escola Nacional de Bombeiros, José Maria Ferreira, destacou a importância desta Unidade mais orientada para os bombeiros profissionais. "A Escola Nacional de Bombeiros tem espalhadas 39 unidades locais de formação, mas tradicionalmente orientadas para os bombeiros voluntários, mas no que diz respeito a bombeiros profissionais havia algum vazio", refere o responsável. José Maria Ferreira, em declarações aos jornalistas, explicou ainda que esta Unidade vai permitir assegurar uma série de "questões no âmbito das suas [bombeiros] carreiras enquanto profissionais".

A criação da ULF do Porto insere-se numa estratégia de proximidade formativa e como uma forma de descentralizar a formação dos bombeiros dos centros nacionais de Sintra, Lousã e São João da Madeira. Está prevista a entrada em funcionamento dentro de dois, três meses. 

Fonte: porto.pt

Bombeiro Faz Sexto Parto em Ambulância


Dois bombeiros de Resende foram os parteiros de serviço, este domingo de manhã, a bordo de uma ambulância da corporação, que levava uma grávida para o Hospital de Vila Real. 

"Pelas 09h00 fomos até à localidade de Barró buscar uma grávida de 40 semanas para levarmos para Vila Real, mas ao passar por Lamego, a senhora entrou em trabalho de parto", disse ao CM o bombeiro Carlos Moreira, de 32 anos, que já realizou seis partos em ambulâncias. 

Carlos contou com a ajuda de Vanessa Pinto. "Foi um dia especial, adorei a experiência", contou a bombeira. Alexandro, o bebé que nasceu, é o segundo filho da mulher, de 31 anos.

Fonte: Correio da Manhã

domingo, 21 de janeiro de 2018

Esclarecimento do INEM Sobre Registos de Pedrógão Grande


Na sequência da notícia veiculada hoje pelo jornal Público e intitulada “INEM ainda não passou registos de Pedrógão a computador”, vem o Instituto Nacional de Emergência Médica prestar o seguinte esclarecimento:

O INEM recebeu um conjunto extenso de 17 questões do jornal “Público” relativas à sua atuação nos incêndios de Pedrogão Grande. A algumas dessas questões, o INEM entendeu responder de forma genérica porque se encontra a colaborar com as Autoridades competentes, num processo que se encontra em segredo de justiça.

Porque o Instituto não respondeu em detalhe ao questionado, nem enviou ao Público os documentos oficiais solicitados, designadamente a Fita do Tempo e os registos manuais e informáticos das ocorrências, entendeu o “Público” criar uma notícia, com direito a manchete, cujo foco principal é apenas a informação que o INEM não facultou ao jornal.

Importa, assim, clarificar algumas assunções erradamente veiculadas pela notícia de hoje do “Público”. Estas explicações foram dadas pelo INEM ao jornal em tempo útil, que entendeu não as valorizar.

Questionado sobre se a informação teria já sido devidamente reposta no sistema informático, a resposta do INEM foi que “todas as ocorrências devem e têm que ser registadas no sistema informático dos CODU do INEM, mas nesta situação em particular, pela intensa atividade operacional (número muito elevado de pedidos de ajuda e de chamadas recebidas e efetuadas para troca de informações entre as várias entidades envolvidas no Teatro de Operações), os registos foram sendo feitos manualmente ou em sistemas complementares, sendo oportunamente reposta a normalidade dos mesmos no sistema informático do INEM, situação que também é devidamente registada”. Ora foi desta resposta do Instituto que o Público decidiu concluir que o INEM não teria já normalizado os seus registos informáticos, o que é absolutamente falso e deu lugar à manchete do Jornal.

Cumpre ainda esclarecer que o INEM não introduz manualmente no sistema informático os registos manuais realizados quer no PCO quer na Sala de Situação Nacional porque essa adulteração ao sistema informático não é simplesmente possível realizar. Esses registos manuais existem, foram colocados no sistema informático do INEM mas noutro suporte que não na Fita do Tempo, documento que não pode, nem deve ser, alterado.

Sobre as horas a que os meios de emergência foram acionados, o INEM detalhou o conjunto de meios acionados pelo Instituto até às 22 horas de dia 17 de julho, uma vez que foi este o período temporal que a jornalista pretendeu analisar.

O INEM, como é evidente, possui o registo da hora a que os meios de emergência próprios do INEM foram acionados. Sobre alguns dos diversos meios de socorro que foram acionados em articulação com a Autoridade Nacional de Proteção Civil, este Instituto não dispõe, para todas as situações, de informação detalhada sobre a hora exata do seu acionamento. A falta desta informação relaciona-se com as falhas já conhecidas nas comunicações, por inoperacionalidade da rede SIRESP e de telemóvel que impossibilitou o registo da hora exata do acionamento e da chegada às vítimas de alguns dos meios.

Acrescente-se que os tempos de “acionamento de meios”, “a caminho do local”, “chegada ao local”, “chegada à vítima”, “a caminho do hospital”, “hospital” e “disponível” das ocorrências são registados na fita de tempo recorrendo à rede SIRESP, através do envio de diversos status operacionais dos meios, bastando para isso premir um botão nos terminais dos rádios SIRESP existentes nos diversos meios de emergência.

Como a rede SIRESP estava inoperacional e a rede de telemóvel com falhas, alguns destes tempos não foram comunicados no imediato, e por isso, registados.

Foi também referido, no conjunto de respostas que o INEM endereçou ao Público, que alguns registos foram sendo efetuados em papel e em sistemas complementares por ser essa forma que permitia, dados os constrangimentos relacionados com as falhas nas comunicações já referidas, a resposta mais célere às solicitações que foram sendo recebidas pelos operacionais do INEM na Sala de Situação Nacional, Posto de Comando Operacional (PCO) e Centro de Orientação de Doentes Urgentes.

Importa realçar que estes registos manuais e informáticos existem e estão disponíveis para as Autoridades competentes. O INEM não pode, nesta fase, ceder os registos clínicos de terceiros, confidenciais por força da Lei, e encontrando-se o INEM, enquanto responsável pelo seu tratamento, sujeito ao sigilo profissional, o que aliás foi explicado ao “Público”. Do mesmo modo, outro tipo de informação encontra-se, neste momento, sujeito a segredo de justiça.

Por último, a afirmação que a atuação do INEM “está envolta numa nebulosa” é profundamente alarmista e desprovida de qualquer sustentação: o INEM tem colaborado com as Autoridades competentes no processo em curso tendo disponíveis todos os suportes documentais, informáticos e outros que existem e que comprovam a sua atuação.

O INEM reafirma o seu compromisso em colaborar com as Autoridades nas diligências em curso, nada tendo a esconder sobre as operações e o desempenho das equipas de emergência médica na resposta às ocorrências resultantes dos fogos florestais verificados em 2017.


O INEM é o organismo do Ministério da Saúde responsável por coordenar o funcionamento, no território de Portugal Continental, de um Sistema Integrado de Emergência Médica, de forma a garantir aos sinistrados ou vítimas de doença súbita a pronta e correta prestação de cuidados de saúde.

A prestação de socorros no local da ocorrência, o transporte assistido das vítimas para o hospital adequado e a articulação entre os vários intervenientes do Sistema, são as principais tarefas do INEM. Através do Número Europeu de Emergência – 112, este Instituto dispõe de múltiplos meios para responder a situações de emergência médica.

Motociclista Ferido em Vila Real Acabou por Morrer no Hospital


O motociclista de 40 anos que sofreu um acidente, este domingo, por volta das 12 horas, acabou por falecer no hospital de Vila Real. O homem sofreu ferimentos graves após embater lateralmente numa viatura ligeira, na reta da Portela, em Vila Real.

A vítima, que ficou sem o capacete na sequência da colisão, foi projetada vários metros e acabou por cair na via, junto a um muro. A mota, que ficou bastante danificada, acabou por ficar escondida num silvado.

"O motociclista terá perdido o controlo da mota durante uma ultrapassagem", explicou o comandante do Destacamento de Trânsito da Guarda Nacional Republicana (GNR) de Vila Real, Capitão Micael Lopes.

O acidente obrigou ao condicionamento do trânsito na Estrada Nacional 313, durante mais de uma hora, para socorro à vítima. Para o local do acidente foram acionados seis operacionais dos bombeiros da Cruz Verde e da GNR.

Fonte: JN

Despiste em Braga Fere Pai e Dois Filhos Menores


Um aparatoso acidente, ocorrido hoje, cerca das 15h00, junto ao Estádio 1º de Maio, em Braga causou três feridos ligeiros.

No local, estiveram os Bombeiros Sapadores e os Voluntários de Braga e uma ambulância do INEM.

Fonte: Diário O Minho

Sociedade tem de estar preparada para enfrentar incêndios extremos, dizem investigadores


Investigadores defenderam hoje, em Vila Real, que é preciso prevenir e preparar a sociedade para enfrentar os incêndios extremos, que estão a ocorrer com maior frequência, e evitar que se transformem em tragédias.

Os parceiros do projeto Firextr (fogos extremos) reuniram-se hoje na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) e fizeram um ponto da situação sobre a iniciativa que arrancou em 2016, antes dos grandes incêndios que devastaram Portugal em 2017 e vitimaram mais de uma centena de pessoas.

O ano passado foi, para os investigadores, de aprendizagem quer pela dimensão dos fogos quer pelas condições meteorológicas que se verificaram no país.

“Os eventos extremos são incêndios que não é possível controlar. Por isso, é preciso organizar o território para que não ocorram. E, na eventualidade de ocorrerem, a sociedade estar devidamente preparada para enfrentar o incêndio e evitar a ocorrência de vítimas”, afirmou a coordenadora do projeto, Fantina Tedim, investigadora da Universidade do Porto.

A responsável considerou que “os incêndios extremos podem ocorrer, mas isso não significa que esses incêndios se transformem em tragédias”.

O Firextr faz uma abordagem multidisciplinar aos fogos, envolve oito instituições de Portugal, da Austrália, Canadá, França, Itália e EUA e deverá estar concluído até 2019.

Mário Pereira, investigador do Departamento de Física da UTAD, referiu que há estudos sobre eventos extremos há mais de 20 anos.

“Em termos de evolução no tempo, aquilo que vemos é que estes eventos estão a ocorrer com maior frequência e com dimensões cada vez maiores também. Há estas duas tendências crescentes, quer do número de incêndios, quer também dos seus impactos e consequências”, frisou

O especialista explicou estes fogos resultam de uma “combinação complexa de um conjunto de fatores”.

“É uma combinação de clima e de vegetação, dos combustíveis para o fogo e depois a forma como as populações estão organizadas. Tudo isto, traduz-se num cenário que pode ser bastante complicado nomeadamente para o futuro, neste contexto em que estamos a viver de alterações climáticas”, salientou.

A ideia chave do Firextr assenta no conceito 'fire smart territories' (território inteligente ao fogo), através de uma abordagem social-ecológica em todas as etapas da gestão dos incêndios, principalmente as de prevenção e preparação.

Mário Pereira apontou que o primeiro passo é as pessoas estarem conscientes do risco de correm, como o de terem casas no meio da vegetação.

“A única forma de evitar é criar condições para que os incêndios não ganhem essa envergadura”, acrescentou Paulo Fernandes, investigador da UTAD que integrou a comissão técnica independente aos fogos de Pedrogão e de outubro.

Primeiro é preciso “evitar as ignições” e depois dar “uma resposta inicial o mais rápida e eficiente possível”.

“Para estes fogos não há combate que valha, meios que valham. Portanto, se não for naqueles minutos iniciais, naquela meia hora inicial, tudo o que se possa fazer depois é simplesmente para defender pessoas e estruturas”, frisou.

Depois, continuou, é preciso “que o espaço florestal seja menos contínuo e tenha menos quantidade de combustível e tenha uma composição de vegetação menos inflamável”.

“Depois de estarem em movimento estes fogos entram facilmente em povoações, por exemplo chegaram ao centro de Mira, de Oliveira de Frades e de Oliveira do Hospital, porque aproveitam qualquer vegetação que exista. A única forma é evitar que o fogo se torne grande”, afirmou.

A SIC avançou que está concluído o inquérito ao incêndio de Pedrogão Grande, com o Ministério Publico a constituir um total de nove arguidos e a confirmou que uma descarga elétrica (um raio) esteve na origem do fogo.

Paulo Fernandes considerou que este tipo de acidentes elétricos, com ou sem raio, são relativamente frequentes em dias com as condições meteorológicas que se fizeram sentir em Pedrogão Grande.

Fonte: http://24.sapo.pt/

Marcha Lenta Marcada por Acidente com GNR


Uma colisão entre um carro e uma moto da GNR marcou a marcha lenta contra as portagens na Via do Infante, que foi este sábado à tarde realizada na EN125, entre Portimão e Lagos. O protesto integrou quase duas dezenas de viaturas. 

O militar da GNR sofreu ferimentos numa perna e teve de ser levado pelos bombeiros para o hospital, em resultado do acidente que aconteceu na rotunda da Penina, em Portimão. O carro que esteve envolvido na colisão participava na marcha, enquanto o militar fazia a segurança.

O protesto foi promovido pela Comissão de Utentes da Via do Infante (CUVI), que reclama o fim das portagens. "Chegou a hora de o Governo cumprir as promessas feitas antes das eleições", defende João Vasconcelos, deputado do Bloco de Esquerda e membro da CUVI. "As portagens são uma tragédia para o Algarve. 

Basta ver o número de acidentes que temos na EN125", acusa João Vasconcelos , lembrando que "só nos últimos três dias houve quatro mortos". "É uma obrigação de todos os algarvios lutarem contra as portagens", defende Joaquim Oliveira, outro dos participantes no protesto.

Fonte: Correio da manhã

Jovem Morre em Queda Enquanto Grafitava na Estação de Sete Rios


Um jovem de 21 anos morreu, na noite deste sábado, ao cair de uma calarabóia, no edifício do metro em Sete Rios, Lisboa. O alerta foi dado por volta das 21h00. 

Ao que o CM apurou, o jovem estava acompanhado por um amigo e estariam a pintar um grafito. A vítima caiu de uma altura de 6 a 7 metros, acabando por não resistir aos ferimentos. O óbito foi declarado no local. No local esteve o INEM e a PSP.

Fonte: Correio da Manhã

Atropelamento Faz Dois Mortos na Guarda


Duas pessoas morreram e uma ficou ferida sem gravidade, este domingo à tarde, na sequência de um atropelamento na cidade da Guarda.

Segundo o que o JN conseguiu apurar, o condutor foi detido pela PSP e está a ser ouvido na esquadra, suspeitando-se que pudesse estar a conduzir alcoolizado.

O acidente ocorreu cerca das 16.40 horas, na rotunda de acesso ao Bairro da Luz.

As vítimas mortais são duas mulheres com 71 e 78 anos.

Fonte: JN

Choque entre BMW e Carro Estacionado Faz Três Feridos em Braga


Um despiste seguido de capotamento e colisão com uma viatura estacionada, na EN101, em Braga, resultou em três feridos ligeiros, entre eles dois menores de idade.

O acidente ocorreu esta tarde de domingo, pelas 15 horas, quando o condutor de um BMW perdeu o controlo do carro numa curva, junto ao parque de campismo de Braga, no sentido Braga - Guimarães. Depois de bater num rail, chocou com uma viatura estacionada na berma e só ficou imobilizado quando capotou.

Na viatura seguiam três pessoas, um homem com 47 anos e os filhos com nove e 13. Foram transportados ao Hospital de Braga pelos Bombeiros Sapadores, que mobilizaram um carro de desencarceramento para o acidente, mas não foi necessário. "Quando chegamos, as vítimas estavam todas no exterior", afirmou fonte da corporação ao JN.

Segundo testemunhas no local, "o óleo na estrada" poderá ter contribuído para o despiste.

A PSP tomou conta da ocorrência e controlou o trânsito naquela estrada, que liga Braga a Guimarães.

Fonte: JN

Combate a incêndios extremos "é impossível". A chave está na organização do território


“Não é possível controlar incêndios extremos”. Esta é uma opinião consensual, entre os investigadores de vários países que se reuniram esta quinta-feira na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), em Vila Real, para um debate sobre os incêndios extremos, os seus factores e casos de estudo recentes.

A iniciativa no âmbito do Firext, que visa “prevenir e preparar a sociedade para eventos extremos de fogo”, desafia a “ver a floresta e não somente as árvores”, serviu para fazer um ponto da situação do projecto que arrancou em 2016, antes dos grandes incêndios que devastaram Portugal, em 2017, e vitimaram mais de uma centena de pessoas.

Perante a impossibilidade de controlar incêndios extremos, os especialistas destacam a “necessidade de organizar o território para que não ocorram” e, caso, ainda assim, se verifiquem, defendem que a sociedade deve estar "devidamente preparada para enfrentar o incêndio e evitar a ocorrência de vítimas”, explica a coordenadora do projecto, Fantina Tedim.

A investigadora da Universidade do Porto entende que "não se pode querer fazer tudo ao mesmo tempo”, mas que é importante “perceber que o território nacional tem uma grande diversidade” e que “é necessário que toda a política tem de ser adaptada às realidades dos territórios locais”.

Depois, é fundamental “dar um maior papel às populações, colocar as populações no centro da questão porque elas têm conhecimento, têm recursos que podem auxiliar no sentido de evitar as tragédias”, defende a investigadora, concluindo que “os incêndios extremos podem ocorrer, mas isso não significa que esses incêndios se transformem em tragédias”.

Espaço florestal menos contínuo, com menos combustível e com vegetação menos inflamável

Paulo Fernandes, investigador da UTAD que integrou a comissão técnica independente aos fogos de Pedrogão e de Outubro, considera que “a única forma de evitar” grandes tragédias “é criar condições para que os incêndios não ganhem essa envergadura”, desde logo “evitar as ignições” e, depois, dar “uma resposta inicial o mais rápida e eficiente possível”.

“Para estes fogos não há combate que valha, meios que valham. Portanto, se não for naqueles minutos iniciais, naquela meia hora inicial, tudo o que se possa fazer depois é simplesmente para defender pessoas e estruturas”, enfatiza.

O especialista Paulo Fernandes, investigador da UTAD, defende que “é preciso que o espaço florestal seja menos contínuo, que tenha menos quantidade de combustível e tenha uma composição de vegetação menos inflamável”, justificando que “depois de estarem em movimento, estes fogos entram facilmente em povoações. Por exemplo, chegaram ao centro de Mira, de Oliveira de Frades e de Oliveira do Hospital, porque aproveitam qualquer vegetação que exista”.

Segundo Mário Pereira, investigador do Departamento de Física da UTAD, os “eventos extremos estão a ocorrer com maior frequência e com dimensões cada vez maiores, também”.

“Há estas duas tendências crescentes, quer do número de incêndios, quer também dos seus impactos e consequências”, diz, explicando que resultam de uma “combinação complexa de um conjunto de factores”.

“É uma combinação de clima e de vegetação, dos combustíveis para o fogo e, depois, a forma como as populações estão organizadas. Tudo isto, traduz-se num cenário que pode ser bastante complicado, nomeadamente para o futuro, neste contexto em que estamos a viver de alterações climáticas”, conclui.

Os investigadores falaram com os jornalistas à margem da conferência “Incêndios extremos: factores e casos de estudo recentes” no âmbito do projecto Firextr.

A ideia chave do projecto, que envolve oito instituições de Portugal, da Austrália, Canadá, França, Itália e EUA e deverá estar concluído até 2019, assenta no conceito 'fire smart territories' (território inteligente ao fogo), através de uma abordagem social-ecológica em todas as etapas da gestão dos incêndios, principalmente as de prevenção e preparação.

Fonte: Renascença

PCP quer Portal com Tudo Sobre Fogos de 2017 e a Floresta


A azáfama legislativa do Parlamento e do Governo na sequência dos incêndios de Junho do ano passado foi tão grande que até os deputados e o executivo admitem que se sentem perdidos com tanta informação. Como se sentirão, então, os cidadãos que têm que se candidatar a apoios ou indemnizações, desabafa o deputado comunista João Ramos, contando que até o secretário de Estado das Florestas confessou, numa audição, a sua dificuldade em elaborar uma lista actualizada da legislação produzida.

“São muitos os anúncios, as propostas, as portarias, as decisões, as divulgações de medidas vocacionadas para a floresta. Foram também muitas as alterações no âmbito da reforma da floresta cuja implementação é preciso ir acompanhando”, descreve João Ramos.

Por isso, mas também porque considera necessário escrutinar melhor, numa lógica de transparência, o que as autoridades têm feito sobre incêndios e floresta, o PCP entrega nesta quinta-feira um projecto de resolução em que se propõe ao Governo que crie e disponibilize um portal electrónico, onde seja divulgada toda a informação relacionada com as "respostas criadas na sequência dos incêndios florestais" de 2017 e que o mantenha actualizado diariamente.

Ou seja, onde se torne acessível toda a legislação consolidada; os apoios disponibilizados; as medidas desenvolvidas; as candidaturas a apoios e indemnizações apresentadas, apreciadas e aprovadas; os recursos humanos afectos ao apoio às vítimas, recuperação e reposição de habitações, equipamentos e potencial produtivo e implementação de medidas de política florestal; os recurso financeiros previstos e utilizados; a concretização das medidas inscritas no Orçamento do Estado para este ano.

Naquele portal cabem também outras informações, como os relatórios sobre os incêndios pedidos aos peritos, que João Ramos diz fazer sentido estarem aqui disponíveis. O PCP retoma assim esta semana o tema da floresta, estando também agendado para sexta-feira o debate sobre projectos de resolução dos comunistas e dos centristas sobre produção lenhosa e a biomassa florestal.

A par deste portal, cuja responsabilidade cabe exclusivamente ao Governo, João Ramos defende a necessidade de o Parlamento aumentar o seu escrutínio sobre a acção do Governo nesta área, através de um "acompanhamento regular e abrangente". Além do trabalho e das audições marcadas pelo Grupo de Trabalho de Acompanhamento da Floresta Portuguesa e dos Incêndios, o PCP quer que a Comissão de Agricultura e Mar faça audições regulares trimestrais, já a partir de Fevereiro, a membros do Governo com responsabilidades em matérias de política florestal, combate a incêndios, revitalização dos territórios atingidos, e realização do cadastro das propriedades. "Esse acompanhamento tem de ser regular e abrangente", justifica João Ramos.

Fonte: Publico

sábado, 20 de janeiro de 2018

Fábrica de capacetes da Nexx em Amoreira da Gândara está a arder


Está a decorrer um incêndio na fábrica de capacetes da Nexx em Amoreira da Gândara, em Anadia. O alerta foi dado por volta das 15h12 deste sábado. 

O Notícias ao Minuto confirmou junto de fonte do CDOS de Aveiro que não há registo de feridos. No local estão 53 homens e 17 viaturas de várias corporações a combater as chamas. 

Fonte: Noticias ao Minuto

Liga dos Bombeiros atribui postumamente "Crachá de Ouro" a Pedro Salema

A Liga dos Bombeiros Portugueses vai atribuir a titulo póstumo o Crachá de Ouro a Pedro Salema. A mais alta distinção da liga será entregue aos pais de Pedro Salema, este domingo, durante as comemorações do aniversário dos Bombeiros de Azambuja.

Pedro Salema, irmão do atual presidente da associação azambujense, André Salema, faleceu num acidente de viação a 9 de agosto de 2007 perto da antiga Opel de Azambuja, quando se deslocava para uma situação de socorro na zona de Vila Nova da Rainha, onde seguia com Marcos Duarte, seu colega, no intuito de socorrer uma vítima de AVC.

A ambulância onde seguia Pedro Salema e Marcos Duarte embateu violentamente num veículo pesado que saia dos armazéns do Pingo Doce, não deixando qualquer hipótese de sobrevivência a Pedro Salema. Já Marcos Duarte teve apenas algumas mazelas físicas.

O momento consternou toda a região, mas em particular todo o corpo ativo de Azambuja. À época o comandante dos voluntários de Azambuja, Pedro Cardoso, não conseguiu disfarçar a emoção de ver partir Pedro Salema. O operacional reiterou a confiança no seu grupo de trabalho, agradecendo inclusive o apoio demonstrado pela população e pelo corpo de bombeiros de Azambuja naquele momento sensível da associação.

As cerimónias fúnebres de Pedro Salema foram bastante carregadas de emoção. População, conhecidos e desconhecidos, todos quiseram prestar a sua última homenagem. Rui Pereira à época ministro da Administração Interna e os mais altos quadros da Liga estiveram presentes nas cerimónias, que marcaram a associação, que poucos anos mais tarde viria a perder outro elemento, Francisco Graça, também ele grande amigo de Pedro.

Pedro Salema, ou o "Soneca" como carinhosamente era chamado pelos colegas, ingressou nos bombeiros em 1999. Contudo Pedro tinha sangue de bombeiro. O pai, José Salema e o irmão mais novo André Salema já tinham estado na corporação. Pedro seguiu-lhes os passos até ao dia 9 de agosto de 2007.

Bombeiro Vê o Pai Morto em Acidente


Jorge Santos, bombeiro nos Voluntários de Lagos, foi um dos elementos dos meios de socorro que acorreram esta sexta-feira a um acidente na periferia de Lagos. Mas quando chegou ao local, deparou-se com o cadáver do próprio pai. 

O pequeno Fiat Cinquecento, conduzido por Inácio Santos, de 78 anos, ia em contramão na avenida da Fonte Coberta, a variante de acesso à A22, em Lagos, e foi embater de frente num Seat que circulava em sentido contrário. 

Menos de uma hora depois, outra colisão, na variante 4 da EN125, em Almancil, no concelho de Loulé, provocou a morte de uma mulher. No espaço de dois dias, registaram-se quatro mortes em acidentes no Algarve, duas das quais envolvendo motociclos, na EN125. 

O alerta para o acidente de Lagos foi dado às 15h31. O óbito foi declarado no local pelo INEM, tendo o corpo sido levado pelo filho da vítima, para o Gabinete Médico Legal de Portimão, para ser autopsiado. No outro carro, seguia um casal de turistas holandeses, com cerca de 60 anos, que ficaram feridos e foram transportados para o Hospital de Portimão. Uma terceira viatura embateu nos carros acidentados, mas os seus ocupantes ficaram ilesos. 

Pouco tempo depois, às 16h10, uma violenta colisão frontal entre dois veículos fez um morto e quatro feridos. O carro onde seguia a vítima mortal, de matrícula alemã, capotou. As viaturas ficaram destruídas. Este acidente obrigou ao corte da via (EN125/4), que liga Esteval e Vilamoura, durante toda a tarde.

Fonte: Correio da manhã

Câmara de Salvaterra Reforça Verbas para os Bombeiros


A Câmara Municipal de Salvaterra de Magos e a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Salvaterra de Magos (AHBVSM) vão assinar um novo protocolo que prevê um aumento de 20% na comparticipação financeira anual, em relação ao apoio dado o ano passado.

Além do reforço das verbas, a autarquia deliberou também prestar um apoio mensal de mil litros de gasóleo para as viaturas de socorro da corporação.

Estas decisões têm por objetivo ajudar “os órgãos sociais da associação humanitária a ultrapassar os condicionalismos financeiros que paulatinamente vêm sendo resolvidos ao longo dos últimos anos”, explica um comunicado da autarquia.

A nota de imprensa da Câmara saúda e “deseja os maiores sucessos” à nova comandante dos bombeiros, Lurdes Fonseca, que tomou posse esta quinta-feira, dia 18 de janeiro, e “agradece” ao anterior comandante, Paulo Dionísio, “o trabalho desenvolvido e a exemplar cooperação que manteve com a Proteção Civil Municipal”.

Fonte: Rede Regional

Serviço na Red Bull ainda não foi pago aos bombeiros


Burocracia está a empatar o dinheiro devido a dez corporações de voluntários envolvidas no evento realizado em setembro.

As dez corporações de bombeiros voluntários do Grande Porto que fizeram parte do dispositivo de proteção civil durante as corridas aéreas da Red Bull, em setembro, ainda não receberam pelo serviço prestado. Já passaram quase cinco meses e o dinheiro continua preso em burocracias. A Câmara de Gaia, que ficou com essa responsabilidade, garante ao JN que só nesta semana recebeu a informação que faltava para iniciar o pagamento.

Fonte: JN

Bombeiros Revoltados com "Cabras Sapadoras"


A Associação Nacional de Bombeiros Profissionais (ANBP) lamentou hoje a designação "cabras sapadoras" dada ao projeto do Governo para gestão de combustível florestal, considerando abusiva a utilização do termo sapadores. 

"A ANBP considera abusiva a utilização do termo 'sapadoras', uma vez que o mesmo reporta a uma classe profissional que conta com mais de 600 anos de história em Portugal e que merece o respeito de todos e sobretudo dos órgãos de soberania", precisa a associação que representa os bombeiros profissionais, em comunicado. A reação da ANBP surge após o Governo ter anunciado, esta semana, que vai avançar este ano com projetos-piloto de "cabras sapadoras" com rebanhos dedicados à gestão de combustível florestal na rede primária. 

A ANBP, que não contesta a importância do projeto, adianta que a designação é "infeliz e desrespeitosa para com uma classe que este ano foi tão sacrificada na defesa do seu país". "Nunca na história, nem no tempo em que o Rei D.João I criou os bombeiros profissionais, nem no tempo do Salazar, os bombeiros foram alvo de um tratamento tão pouco digno", sustenta a associação, sublinhando que a atribuição desta designação ao projeto "mostra uma manifesta falta de sensibilidade para com a classe profissional, que luta há anos para que todos os bombeiros profissionais do país (sapadores, municipais e profissionais das associações humanitárias) sejam designados de bombeiros sapadores". 

A ANPB refere que a recetividade dos sucessivos governos para esta questão "tem sido nula, recusando-se inclusivamente a aprovar o estatuto do bombeiro profissional". No comunicado, a ANBP questiona também "o que aconteceria se o Governo designasse outras forças de segurança como 'cabras PSP' ou 'cabras GNR' ou 'cabras técnicos de proteção civil'. A ANPC considera ainda que os bombeiros estão a ser "desconsiderados por quem, no tempo dos trágicos incêndios que assolaram o país em 2017, lhes prometeu mais dignidade e melhorias das suas condições de trabalho e carreira profissional". 

"Não contestando a importância dos caprinos, consideramos que comparar as funções de um animal a um ser humano é desrespeitoso por parte de um Estado de Direito", concluiu.

Fonte: Correio da Manhã
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