O Ministério Público (MP) de Évora acaba de acusar um médico e três bombeiros pela morte de uma criança de seis anos, ocorrida a 28 de outubro de 2018, depois de a vítima ter sofrido uma queda e apresentado de imediato convulsões e perda de consciência.
De acordo com a acusação, num primeiro momento, "não foram cumpridos diversos protocolos de referenciação da situação", existindo indícios que "também os cuidados médicos e de vigilância que, subsequentemente, foram prestados não foram os adequados".
Em síntese, o MP sustenta que "houve falhas graves no socorro, avaliação clínica e vigilância que ditaram o desfecho fatal".
A acusação diz que a investigação foi demorada e complexa porque envolveu muita prova, análises técnicas difíceis e perícias que ainda precisaram de esclarecimentos adicionais para apurar totalmente a verdade.
O Ministério Público sustenta ainda que, por se ter concluído pela falta de indícios suficientes quanto à violação de deveres de cuidado por parte de uma enfermeira, os autos, nessa parte, foram objeto de arquivamento.
Decorre o prazo para eventual abertura de instrução que, a não ser requerida, determinará a remessa do processo para julgamento, conclui a mesma fonte.
JN
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