Inspeção: Uso dos Carros de Serviço do INEM Sob Suspeita - VIDA DE BOMBEIRO

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quinta-feira, 20 de maio de 2021

Inspeção: Uso dos Carros de Serviço do INEM Sob Suspeita

 


Inspeção-Geral das Atividades em Saúde fez incursão nos centros logísticos da Emergência Médica, no Porto e em Lisboa, onde conferiu registos quilométricos e despesas de combustível das viaturas atribuídas a vários dirigentes e coordenadores. Desde então, parques deste organismo, que à noite ficariam quase vazios, terão voltado a contar com os carros que eram levados para casa.


O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) foi alvo de uma inspeção pelo alegado uso abusivo para fins pessoais do parque de viaturas ligeiras de passageiros, que este organismo do Ministério da Saúde (MS) tem e que não integra o lote dos veículos dedicados ao transporte de doentes. Em causa estiveram suspeitas de que os carros de serviço seriam utilizados por diversos dirigentes, coordenadores e até técnicos, sem que alegadamente tivessem direito a tal, à luz da legislação que rege os funcionários públicos – entre os quais, o presidente da Emergência Médica, Luís Meira. A Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) já recolheu toda a informação junto dos departamentos de transporte do Porto e de Lisboa, tendo requerido à direção do INEM dados sobre como eram usados tais veículos. Num espaço de três meses, esta é a segunda vez que o organismo é alvo da atenção das autoridades, depois da polémica ação de vacinação de conhecidos do coordenador do Norte e de funcionários não prioritários, que não faziam parte do grupo de profissionais que tinham de ser inoculados.


À VISÃO, fontes ligadas a esta investigação adiantaram que o caso teve origem numa queixa anónima. Nela constariam os nomes de vários dirigentes, e não só – inclusive de uma médica –, acompanhados por diversas fotos dos veículos parqueados à porta de casa. A incursão das equipas da IGAS às instalações do INEM no Norte e no Sul ocorreu em abril, já depois das ações de fiscalização aos episódios de vacinação irregular. Este processo também não deriva dos inquéritos abertos pela Procuradoria-Geral da República (PGR), em fevereiro, aos muitos casos de vacinação indevida em instituições e organismos do Estado, como a Segurança Social de Setúbal.


Fonte: Visão

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