Comandante dos BV de Cete Acusa Presidente Demissionário de Promover Instabilidade - VIDA DE BOMBEIRO

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sexta-feira, 5 de julho de 2019

Comandante dos BV de Cete Acusa Presidente Demissionário de Promover Instabilidade


Em comunicado enviado a nossa redação, o Comandante dos Bombeiros de Cete, Noel Ferreira, refuta as acusações de que foi alvo pelo presidente demissionário, Paulo Pinto, falando de uma pessoa temperamental e de apresentar várias vezes a demissão sempre que era contrariado, acusando-o ainda restantes diretores e presidente da mesa da assemblei-geral de serem conhecedores desse caráter e nada fazerem.

O comandante fala ainda de ataques pessoais, ressalvando que sempre cumpriu com as suas competências e responsabilidades na defesa da operacionalidade dos bombeiros. (veja o comunicada na íntegra).

Comunicado à Imprensa
Decidi enviar este comunicado com o propósito de repor a verdade dos factos.


Perante as entrevistas que os demissionários deram aos Órgãos de Comunicação Social, ficou por explicar, e confesso que manteve a minha curiosidade, se o Comandante da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Cête (AHBVC) tinha falhado. Não li que tivessem apontado um único erro enquanto Comandante, logo são “apenas” ataques pessoais.


Desde o primeiro dia que o meu lugar sempre esteve à disposição, da mesma forma que fui convidado a exercer as funções de Comando. Sempre estive consciente que a Direção podia demitir-me, quando considerasse que o meu perfil de Comandante não correspondesse ao pretendido para a corporação. Como se verificou, a Direção demissionária não entendeu demitir-me. Se sou assim tão mau como apregoaram, desde início, bastava destituir-me do cargo!


É ponto de honra na minha atuação que a prioridade são os Bombeiros. Quero garantir, enquanto Comandante, o melhor para os “meus” bombeiros e para a comunidade que socorremos.


Qualquer Direção da AHBV deve ter como foco os bombeiros e garantir-lhes condições para prestarem um socorro imediato e eficaz.


Notas de esclarecimento:

A) “Presidente Demissionário”
– Demitiu-se pelo menos 4 vezes.

(1) A 1ª no dia antes da minha tomada de posse, o que como facilmente se compreende trouxe desde logo uma tremenda instabilidade e falta de confiança em alguém com este carater.

(2) Numa questão de matemática, rapidamente se conclui que conseguiu demitir-se uma vez a cada trimestre. E assim, tinha que lidar com estas constantes mudanças de humor e vontade. Refira-se que NUNCA esta instabilidade foi passada para o corpo ativo, servindo eu de escudo a todas estas intempestivas vontades.

(3) Na verdade, aparentemente eu era o único que desconhecia este carater, uma vez que os restantes diretores me esclareceram, especialmente desde a segunda “demissão” que – “Cada vez que não concorda ou não acontece como quer, ameaça demitir-se”

(4) Não é necessário conversar muito com os diretores e mesmo com o demissionário presidente da assembleia para se perceber rapidamente que o ex. presidente (Sr. José Oliveira) da direção abandonou o cargo por incompatibilidade com o demissionário presidente da direção.

(5) Apesar de todos saberem disto, simplesmente mentiram e esconderam o verdadeiro motivo da sua saída, acordando invocar motivos de saúde.

(6) A penúltima “demissão”, dia 6 de janeiro 2019, sendo que desta vez cheguei ao cúmulo de não ter a certeza se ainda era efetivamente presidente ou não, chegando a enviar e-mail ao Presidente da Assembleia a questionar quem era o presidente. E-mail enviado a 1 de março 2019!

(7) Desta vez, o demissionário presidente da direção efetivamente quase me fez acreditar que se ia demitir mesmo, sendo que à data invocou motivos como o facto de se aproximar um período de muito trabalho, disponibilidade e sacrifício. Explicou que o quartel precisava de obras de grande dimensão, que existe uma necessidade absoluta de viaturas de socorro e incêndio, assim como a necessidade de material e equipamento para os bombeiros. Com todas estas adversidades, inumeradas pela mesma pessoa que agora diz que fez tudo e está tudo bem, informou o presidente da assembleia não reunir condições para enfrentar estas circunstâncias prevendo um mandato difícil e no qual não conseguiria manter a estabilidade.

(8) Mas…para meu espanto, afinal decorridos quase 2 meses na incógnita, depois de   eu próprio ter questionado, foi-me comunicado que afinal continuava a ser presidente da direção.

(9) Ao fim de todo este tempo e com estes episódios, o demissionário presidente quando falamos pessoalmente, mais uma vez, limitou-se a pedir para esquecermos os tristes acontecimentos e seguirmos em frente!!

(10) E assim, uma vez mais, eu, que de acordo com as entrevistas, sou a pessoa difícil e inconstante, aceitei mais uma vez aguentar e suportar – engolir mais um sapo-.



B) “Ingratidão”
– É no mínimo ridículo intitular alguém que deixa a própria família para socorrer a dos outros, mesmo daqueles que os intitulam de ingratos, voluntariamente.

Lamento que o demissionário presidente da direção pense de outra forma e principalmente faça questão de expressar tal ideia nos jornais.

– Tudo o que foi referido que conseguiram fazer (fardas, viaturas, equipamentos, formação), para além de ser completamente contraditório com os motivos apresentados aquando da sua demissão, obviamente tudo só foi possível graças ao trabalho incansável dos bombeiros, portanto não vislumbro onde possam os bombeiros estar a ser ingratos.



C) “O comandante recusou”
– Mentira. Foi comunicado ao demissionário presidente da assembleia geral, no dia 15 de junho, durante a tarde, que estava disponível a dialogar com toda a direção, ficando agendado para dia 17 de junho. Nada mais me foi comunicado, uma vez que apresentaram a demissão no dia 15 junho à noite.

– Não percebo como não chegou esta informação aos restantes diretores.



D) “1,00 € Hora”
– Os Bombeiros para manterem a operacionalidade, legalmente têm que prestar 160 horas de voluntariado por ano. Mesmo sem ganharem 1,00 € que seja, em média fazem 1000 Horas de serviço.

– O agora demissionário presidente da assembleia geral, em entrevista garantiu que era uma exigência minha, mas de onde saiu essa ideia se nem sequer faz parte do órgão executivo? A explicação parece-me simples, ouviu apenas uma das partes e infelizmente não assumiu o papel que lhe é devido, de moderação e imparcialidade.

– Mesmo que fosse verdade o exposto nos jornais, os bombeiros estariam a ser mal pagos.

– 1,00 € por hora fez parte de um leque de propostas que apresentei, coisa que nunca vi acontecer por parte da direção, para tentarmos melhorar e incentivar a presença no quartel dado não haver possibilidade de pagar a mais funcionários. Na prática representaria cerca de 200€ mês.

– Em reunião de direção obtive uma boa recetividade à proposta e mais tarde, dado que mais uma vez nunca mais respondiam nada, voltei a questionar a direção, obtendo a resposta do presidente a esta e outras propostas, que foi “são temas com alguma

abertura”.

– Nunca me foi comunicado que não havia possibilidade de pagamento nem que a proposta seria uma má ideia.

– Nunca foi uma exigência, mas sim proposta, como tantas outras.

– Não percebo de onde saiu esta indignação agora quando fui sempre o primeiro a questionar se tínhamos ou não condições financeiras para pagar o que quer que fosse.

– Aproveito para avivar a memoria dos mais esquecidos que desde o primeiro dia e para absolutamente tudo o que foi sendo necessário questionei sempre qual o orçamento de que dispúnhamos, e eis que a resposta foi sempre a mesma – “Não temos propriamente um orçamento, não podemos gastar muito” – Pois, quanto é muito? Como se consegue trabalhar quando não se sabe sequer o que se pode ou não?

– Fui sempre o primeiro, com tremendo apoio dos bombeiros, a procurar os melhores preços para tudo, sim, porque até orçamentos eram pedidos e procurados pelos bombeiros, e mesmo assim eram criticados. Se bem se recordam cheguei a propor a solução para este problema, tratava a direção de tudo…mas não, foi sempre mais fácil descarregar nos bombeiros, concretamente em mim.



E) “É a segunda vez que acontece uma revolução nos BVC” – Presidente Direção
A única revolução que existiu foi a revolução que não conseguiu acompanhar, e na verdade a melhor palavra não é revolução, mas sim evolução. Foi o que, mesmo sem o demissionário fazer ideia como, os bombeiros fizeram durante este ano. Evoluíram, cresceram, aprenderam e formaram.
Basta olhar para ver que a Corporação continua impávida, serena e tranquila no cumprimento do seu dever.
Para além das operações de socorro, continuam a desenvolver todas as atividades que projetamos este ano, por exemplo as formações dadas por nós no quartel.
Foi comunicado pelos bombeiros ao Presidente da Assembleia, na minha presença – “Não queremos nem vamos procurar qualquer confusão.”
Pelo que se lê nas entrevistas esta mensagem nunca chegou aos diretores, caso contrário quero acreditar que nunca teriam tomado as atitudes que tomaram.



F) “Tivemos que meter dinheiro do nosso bolso”
Para começar, caso fosse verdade, estaria desde já a denunciar má gestão.
Existe uma tremenda diferença entre meter dinheiro e adiantar dinheiro.
Efetivamente um diretor adiantou dinheiro.

Uma vez que o demissionário presidente da direção resolveu abordar este assunto, considero pertinente relembra-lo de uma coisa, possivelmente se esqueceu de dizer que eu meto 400€ por mês para viagens, 1500€ para ter um EPI e farda como casacos, sim, os bombeiros tal como as pessoas, também sentem frio. 1000€ para um portátil para os bombeiros conseguirem trabalhar. Propus pagar metade do valor do VCOT (Veículo de Comando Tático) ou pagamento integral deste caso aceitassem comprar um VSAT (Veículo de Socorro e Assistência Tático), que continua a ser uma prioridade.
Relativamente a meter dinheiro, reportando-me apenas desde a minha tomada de posse despendi de cerca 13.800€.
Adiantar dinheiro, adiantei entre outras coisas para:
Refeições dos Bombeiros. (Centenas)
Projetor.
III. Quadro sala de formação.

Viagem Açores.
Material de escritório.
Combustíveis viaturas dos Bombeiros.
VII. Portagens Viaturas dos Bombeiros.

VII. Basicamente TUDO o que os bombeiros precisavam porque o Presidente considerava que eles deviam pagar e depois eram ressarcidos. – Eu NÃO CONCORDO.



G) “Não consigo falar com ele há quase dois meses, nem por telefone nem por email”
Mentira. Ainda estou à espera da resposta ao email que enviei no dia 31 Maio às 19:54. Em conhecimento seguiram todos os diretores, mas aparentemente ninguém se lembra.
Obviamente, mais uma vez, como o restante ano, não existiu solução para o problema da dependência da direção, logo como o quartel não para resolvi eu.
Tenho pena de que absolutamente tudo não fosse via email, como optei no início, mas posteriormente, numa das vezes que fez birra e se “demitiu” foi-me pedido para que comunicássemos mais por telefone. – Grande erro da minha parte ter aceitado tal coisa.


H) “A Associação não tem dinheiro para pagar essas horas” – Voluntários no serviço de Central.
– Mentira. Estas horas sempre foram pagas e são pagas.

– Quando um funcionário vais de férias, por exemplo, os restantes cumprem horas extra para compensar a falta do primeiro, ou seja, a despesa existe sempre, a diferença está em usar esse valor para pagar aos voluntários que aceitassem colmatar a ausência do funcionário.

– Não existe custo acrescido.

– Os funcionários, com quem o presidente demissionário nunca aceitou reunir neste último ano, não estão sempre disponíveis para fazer horas extra pelo desgaste a que já estão sujeitos.

– Seja ressalvado que tudo isto sobre pagamentos e substituições foi acordado em reunião de direção, mais uma vez, aparentemente ninguém se recorda.

– Gota de água para tomar a posição que tomei foi a direção comunicar que não iam pagar, como efetivamente não pagaram, o trabalho feito por alguns bombeiros para conseguir manter a normal operação do quartel.



I) “Não esperava esta situação do comandante”
– Mentira. Obviamente que esperava. Assim como todos os diretores e presidente da assembleia. Tenho-os como pessoas inteligentes, que são, sabiam que ninguém aguentaria muito mais tempo o que fui aguentando.

– Naturalmente, após consecutivas “demissões” e eu ter cedido e aceite os seus pedidos de desculpa todas essas vezes, caso continuasse com a mesma atitude, que continuou, era óbvio que mais tarde ou mais cedo o desfecho seria este.

– Todos os diretores e presidente da assembleia geral tinham pleno conhecimento e convicção disto, no entanto preferiram ignorar.

– Era tão óbvio que os próprios diretores o diziam, assim como sempre me pediram para ter calma porque o conheciam e sabiam o quão difícil era lidar, trabalhar e comunicar com o presidente.

– Os agora ofendidos diretores tiveram mil e uma oportunidades para resolver isto, mas ninguém quis saber e simplesmente não o enfrentavam e preferiram ver-me a mim fazê-lo.

– No entanto, quando o presidente não estava presente todos o criticavam relativamente à sua atitude e falta de perspetiva.

– Chegamos a estar reunidos, numa das vezes que o presidente simplesmente resolveu levantar-se e abandonar a reunião atirando as chaves do quartel para cima da mesa, a consertarmos para tudo funcionar sem ele! Aparentemente todos os diretores se esqueceram disto!!



J) “Sucessivas Exigências à Direção”
– Mentira! Como consta em todos os comunicados dirigidos por mim à direção, e não poderia ser de outra forma, NUNCA exigi nada. Sempre solicitei e propus.

– A direção, caso isto fosse verdade, teve e tem desde inicio sempre hipótese de me demitir, até porque fui sempre o primeiro a deixar espaço para isso.

– Basicamente um Comandante não exige nada de uma direção. Se pode pressionar, SIM. Se deve pressionar, SIM. Faz parte dos meus deveres fazer por ter todas as condições para os bombeiros.

– Se a direção não aguenta essa pressão e/ou não tem coragem de pressionar as diversas entidades para conseguirmos o essencial para garantia de segurança e conforto dos bombeiros então efetivamente não sou a melhor pessoa para trabalhar com eles.

– Como disse no dia de tomada de posse, e parece que adivinhava o futuro: Exmo. Sr. Presidente da Direção da AHBVC Paulo Pinto, restante direção.

Exalto a vossa coragem por terem agarrado esta associação no momento frágil em que o fizerem, e como se isso não fosse por si só motivo de enorme respeito por vós, fizeram, e fazem a cada dia um esforço tremendo para “arrumar a casa”, coisa que, o fizeram muito rapidamente, meu muito obrigado a vós.

Sei que também entre nós será preciso tempo de adaptação, sei que tenho, regra geral, ambições bastante elevadas, mas, acredito que contarei convosco para as atingir.

Esperem de mim, sempre, uma enorme capacidade de trabalho, mas esperem também que eu vos ocupe muito tempo.

Peço-vos, em antecipação, desculpa por todas as vezes que vos irei pressionar para atingir objetivos.



K) “Pequena divergência”
Só demonstra o carater da pessoa. Se é uma pequena divergência como chega a uma demissão em bloco?
Não foi uma, foram muitas e todas com conhecimento e consentimento dos restantes diretores.


L) “Saio de Consciência tranquila”
Não devia, principalmente pela campanha difamatória e infeliz que fez com entrevistas totalmente irresponsáveis.
Quem apregoa que “Quero calma e que a instituição vingue” não faz as declarações que foram feitas.
Só serviram para tentar denegrir a imagem da corporação, mais uma vez unicamente por puro orgulho.


M) Acrescento email enviado por mim ao presidente da assembleia aquando da demissão do presidente no dia 6 de Janeiro. Sinceramente acho que resume tudo:
“Exmo. Presidente da Assembleia Geral da Associação Humanitária dos BV Cete,

Dr. Saúl Ferreira, Apesar de estar, como é natural, em Cc no email enviado por V/Exa. ao Presidente da AHBVC, considero que lhe devo escrever ressalvando alguns pormenores.

Não estou disponível relativamente ao assunto (Demissão do Presidente da Direção). Não porque não queira o melhor para a Associação, coisa que me parece não exista qualquer dúvida, mas sim porque não vislumbro onde possa eu enquanto Cmdt. entrar nesse processo.

Quando V/Exa. refere “as partes, supostamente em conflito.”, venho a esclarecer que a minha parte não está em conflito. O Cmdt. da corporação dos BVC, minha pessoa, sempre fez, e continua a fazer o trabalho que lhe foi confiado e garantidamente bem mais do que aquilo a que está obrigado. Entre algumas das preocupações inerentes ao à função de Comando, está destacada de qualquer outra, a preocupação e defesa dos Bombeiros Voluntários, que acredito também, não existir absolutamente qualquer dúvida quanto ao meu desempenho nesse capítulo.

Outra das preocupações e funções que me está atribuída é a garantia da prontidão e bom cumprimento de ações de socorro, coisa que, mesmo sem dispor dos meios necessários, embora cumprindo a minha parte ao identificar as faltas e os solicitar e, indo bem mais além do meu dever, não só solicitei como sempre fui o primeiro a apresentar propostas de solução, participação na solução e aceitação de outras soluções propostas em dialogo. Informo que até à data, não há um único serviço de socorro que tenha ficado por fazer, e garantidamente com a excelência na execução nunca até agora visto nessa casa. Neste capítulo tenho a informar que em termos de socorro nunca se fez tantas ações como agora, mesmo com menos meios humanos contratados pela AHBVC, disponíveis (assalariados).

Muito mais teria para dizer, mas estou em crer que qualquer bom observador e interessado consegue atingir que nunca esse corpo ativo demonstrou tanta cortesia no serviço, correto enquadramento, aprumo e respeito, quer pela hierarquia quer pela população que serve. Nunca essa corporação teve tanta exposição positiva, tanta visibilidade, tanta ligação à população! Pois tenho a afirmar que isto de deve a MUITA pró-atividade e absolutamente muito tempo da vida privada e familiar, dessa massa humana, convertido em disponibilidade para com a Instituição.

Como é do conhecimento de V/Exa., esta atitude e vontade de demissão do Exmo. Sr. Presidente da AHBVC é recorrente, sendo que desta vez a refletiu em texto enviado a V/Exa. No passado, apenas alguns meses atrás, acedi a reunir com o Exmo. Sr. Presidente da AHBVC também com vista à resolução do que eventualmente lhe possa chamar de conflito entre partes, mas, o facto é que decorridos uns meses a vontade demonstrada pelo Exmo. Sr. Presidente da AHBVC é exatamente a mesma. Não me revejo nisto, e como referi, não percebo sequer onde possa ser enquadrado num processo/problema que aos órgãos sociais diz respeito, dado que até à data desconheço qualquer erro ou ação, da minha parte, no que às minhas funções diz respeito ou que de alguma forma tenha prejudicado a AHBVC.

Informo que, sendo isto uma decisão unilateral, tomada por alguém idóneo, apto

e capaz, quero reservar-me ao meu direito de silêncio, deixando, desta vez, que

este tipo de assunto seja tratado por quem de direito.”



N) Deixo aqui parte do discurso da minha tomada de posse, extremamente atual, dedicado aos meus bombeiros, que serão sempre a minha prioridade e deviam ser a prioridade de qualquer direção:
“Vamos certamente ter momentos bons e outros menos bons. Certo estou de que, naturalmente, serei mais facilmente associado a um momento menos bom, é normal, é natural que assim seja, mas é mesmo para isso que cá estou, para que que vós sejais lembrados e louvados pelos bons momentos e nunca pelos demais.

Sei que trago ideias e convicções diferentes do que aqui se tem vivido ao longo de muitos anos, não esperem que essa adaptação seja fácil, mas acreditem que no futuro, as vossas ações realizadas hoje, terão consequências e enorme relevo para a instituição, mas, e principalmente para aqueles que defendemos, a nossa população.”

Noel Ferreira
Cête, 5 de julho de 2019

Fonte: YES Noticias

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