Foi reconduzido na direção da Liga dos Bombeiros Portugueses em novembro, durante o 45.º Congresso Nacional, para o quadriénio 2026-2029. António Nunes realça ao JN que o comando nacional dos bombeiros deve avançar o mais rápido possível, aponta críticas à Proteção Civil e pede um sistema mais ágil para encurtar o tempo de espera por socorro.
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Abílio T. Ribeiro
Jornalista
Firmou um acordo com o INEM para reforçar as ambulâncias na Península de Setúbal. Que balanço pode ser feito? Defende outro tipo de solução?
Através dos bombeiros, conseguimos colocar mais ambulâncias para evitar que as da zona de Lisboa, Vila Franca de Xira, Cascais, Oeiras, Mafra ou Loures tivessem de atuar numa chamada de emergência na margem Sul. Mas não é aceitável que Arruda dos Vinhos, Malveira ou Mafra tenham uma ambulância disponível e às duas da tarde tenham de fazer uma emergência no centro de Lisboa. Defendemos que seja criada uma reserva de ambulâncias à ordem do CODU, parqueadas num sítio central, de apoio às zonas de conflitualidade. Isso permite que o INEM, quando quer mobilizar uma ambulância, só faça uma chamada.

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