Seis atitudes emergentes para se precaver face ao risco de cheias - VIDA DE BOMBEIRO

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domingo, 1 de fevereiro de 2026

Seis atitudes emergentes para se precaver face ao risco de cheias

 


Com o nível de chuva a subir e a estender-se pela noite de domingo, 1 de fevereiro, e madrugada de segunda-feira importa cumprir algumas recomendações o quanto antes. Conheça-as.


A chuva prevista para as próximas horas, em Portugal, está a colocar em risco muitas famílias, sobretudo as que residem em zonas ribeirinhas e perto de leitos de rio. As autoridades têm feito alertas na sequência das previsões do Instituto Português do Mar e da atmosfera (IPMA) e importa tomar medidas preventivas para minimizar impactos destes fenómenos meteorológicos.


De entre as medidas preventivas, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil deixa cinco comportamentos que devem ser tido em conta o mais rapidamente possível.


Escoamento de águas pluviais: Proteção Civil pede que seja feita desobstrução dos sistemas, retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas.


Circulação: Autoridade pede "especial cuidado" junto de "áreas arborizadas, estando atento para a possibilidade de queda de ramos e árvores, em virtude de vento mais forte".


Costa e zonas ribeirinhas: Tratando-se de um aviso que tem sido repetido nas últimas semanas, volta a ser sublinhado agora recomendando que se evite a "circulação e permanência nestes locais". Mais, a Proteção Civil reitera a necessidade de "não praticar atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando ainda o estacionamento de veículos muito próximos da orla marítima".


Estruturas soltas: "Adequada fixação" sobretudo "andaimes, placards e outras estruturas suspensas".


Condução defensiva: "Reduzir a velocidade e tendo especial cuidado com a possível formação de lençóis de água nas vias", lê-se no site da proteção civil, que pede para quer não existam atravessam,entos de "zonas inundadas", evitando eventual "arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas".


O município de Coimbra usou as redes sociais para alertar para o risco de inundação e definiu sete Zonas de Concentração e Apoio à População (ZAPC) e que pode consultar ao detalhe aqui.


JN

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