População Ajuda Bombeiros Voluntários de Vagos a Comprar Viatura - VIDA DE BOMBEIRO

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sábado, 15 de junho de 2024

População Ajuda Bombeiros Voluntários de Vagos a Comprar Viatura

 


O “novo” veículo florestal de combate a incêndios dos Bombeiros de Vagos, conseguido através da solidariedade da população, foi apresentado na segunda-feira, 10 de junho.


Os Bombeiros de Vagos têm uma “nova” viatura pesada de combate a incêndios florestais, um investimento de cerca de 50 mil euros suportado, em parte, por fundos angariados junto da população, através de um peditório porta-a-porta e de outras iniciativas solidárias.


Nuno Moura, presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vagos, reconhece o esfoço da comunidade vaguense no apoio à sua corporação, bem como de bombeiros, funcionários e amigos na organização de iniciativas de angariação de fundos. Ainda assim, para o dirigente, “isto não devia ser necessário”. “O Estado devia reconhecer nos bombeiros a sua qualidade de principais agentes da proteção civil, mas a verdade é que não o faz”, lamenta. “Não fossem os apoios da comunidade, da câmara municipal e dos nossos voluntários e não teríamos condições para prestar os serviços que os bombeiros têm com desígnio e garantir o socorro de pessoas e bens”.


Apresentado à comunidade na segunda-feira, dia 10 de junho, este VFCI – veículo florestal de combate a incêndios –recondicionado vem reforçar a frota daquele corpo de bombeiros, que já tinha duas viaturas do mesmo género. “Tendo em conta que, dos 165 quilómetros quadrados do concelho de Vagos, cerca de 60 por cento são de área florestal, dois carros de combate a incêndios eram insuficientes”, enquadra o comandante José Santos, explicando que “se um deles tivesse alguma necessidade de manutenção ou se precisássemos de atender a uma ocorrência fora do concelho, ficávamos apenas com um disponível”.


Colmatada esta necessidade, neste momento, “atendendo ao parque empresarial do concelho de Vagos, só nos falta uma viatura de grande capacidade para combate a incêndios industriais”, avançam os responsáveis.


Jornal da Bairrada

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