PSD diz estar Indignado com Suspensão Noturna do Helicóptero do INEM - VIDA DE BOMBEIRO

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segunda-feira, 8 de janeiro de 2024

PSD diz estar Indignado com Suspensão Noturna do Helicóptero do INEM

 


A Concelhia de Évora do PSD manifestou-se hoje indignada com a suspensão do funcionamento noturno do helicóptero local do INEM por entender que "coloca em causa a assistência de emergência e o transporte entre hospitais".


"É completamente inaceitável a redução da operacionalidade do helicóptero do INEM na nossa região", afirmou Henrique Sim-Sim, presidente desta concelhia partidária e vereador 'laranja' na Câmara de Évora, citado num comunicado enviado à agência Lusa.


Na nota de imprensa, a estrutura disse estar "indignada" com a situação e indicou ter enviado uma carta, na semana passada, ao presidente do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) para dar conta da sua insatisfação.


"O facto de estarmos sem o serviço do helicóptero durante a noite entre janeiro e junho coloca em causa a assistência de emergência e o transporte entre hospitais dos nossos concidadãos", alertou.


O PSD de Évora lembrou que "o INEM refere que, neste período, as respetivas equipas médicas garantirão a operacionalidade de duas viaturas médicas de emergência e reanimação (VMER)", mas criticou o instituto por esquecimento ou desconhecimento.


As viaturas de Évora, salientaram, encontram-se "muito desgastadas e já estiveram inoperacionais por duas vezes nos últimos meses".


Na carta que enviou ao presidente do INEM, os sociais-democratas questionaram o responsável sobre se pode garantir que os doentes críticos da região serão devidamente assistidos e transportados durante o período noturno.


Outra das questões colocadas foi se tem conhecimento do estado de degradação das VMER de Évora, as quais têm entre os 15 e 20 anos e mais de 500 mil quilómetros, e se está prevista a sua substituição a breve prazo.


Dois dos quatro helicópteros de emergência médica ao serviço do INEM, concretamente os estacionados em Viseu e em Évora, deixaram de operar à noite, desde do dia 01 deste mês, anunciou o Ministério da Saúde, no final de dezembro passado.


Nessa altura, em declarações à Lusa, o presidente do INEM, Luís Meira, afirmou que "a situação se deve manter no máximo durante seis meses".


Já os outros dois helicópteros, baseados em Macedo de Cavaleiros e Loulé, continuam a operar 24 horas por dia, segundo o mesmo responsável.


Em Viseu e Évora, nos períodos noturnos, "as respetivas equipas médicas garantirão a operacionalidade de duas" VMER.


O INEM salientou que o dispositivo está 100% operacional no período diurno e explicou que o ajuste resulta de, numa consulta de mercado, o instituto só ter recebido duas respostas, uma delas com a solução que se vai implementar a partir de janeiro.


Na sequência da suspensão noturna do helicóptero do INEM, também o vice-presidente da Câmara de Évora, Alexandre Varela, eleito pela CDU, já tinha manifestado à Lusa "bastante preocupação".


"Vemos a situação com bastante preocupação, como é evidente, porque, no limite, poderá estar em causa a celeridade com que se chega a um determinado local para salvar uma vida humana", argumentou.


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