Bombeiros do Montijo Pagam Subsídios de Natal com Verba para Equipamentos - VIDA DE BOMBEIRO

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quinta-feira, 28 de abril de 2022

Bombeiros do Montijo Pagam Subsídios de Natal com Verba para Equipamentos

 


Nova direção da corporação do Montijo devolve EPI e alega falta de requisições. Comandante demitido nega argumentos.


A direção dos bombeiros do Montijo vai devolver Equipamentos de Proteção Individual (EPI) por estrear porque o dinheiro que a autarquia cedeu, 38 mil euros, foi gasto pela anterior direção em subsídios de Natal. Para além disso, os equipamentos não tinham as respetivas requisições. A direção responde assim a Pedro Ferreira, o comandante que demitiu, e que na semana passada afirmou ao JN que os EPI iam ser devolvidos por não terem sido encomendados pela atual direção, eleita em dezembro.


Ontem, Pedro Ferreira desmentiu a falta de requisição pois os EPI foram encomendados em novembro e mantém-se a urgência. "Há 16 bombeiros sem EPI e outros trabalham no socorro com equipamento de combate a incêndios florestais", lamenta. Sobre o dinheiro ter sido gasto em subsídios, o comandante refere que teve ordem para os encomendar e que o fez. Até ao fecho desta edição, a autarquia não se pronunciou sobre estas alegações.


A nova direção, encabeçada por Jorge Lopes, aponta para uma dívida de cerca de 150 mil euros a fornecedores, combustível, conta a descoberto, compensações a bombeiros. Perante isso, alega, teve que "apelar a que fossem regrados alguns aspetos, nomeadamente que, todo e qualquer equipamento que fosse adquirido, carecesse das respetivas requisições, o que foi ignorado pelo atual Comando, obrigando a que equipamentos comprados sem requisição fossem devolvidos".


Em funções até 12 de maio


A direção afirma ainda que vai tomar "diligências jurídicas, atendendo às declarações prestadas" pelo comandante que, face ao seu despedimento, disse ser perseguido. Pedro Ferreira fala em "mais uma ameaça" e que o que o move é "a defesa da população". O comandante continua em funções porque a demissão só tem efeito a partir de 12 de maio.


A direção, em comunicado, assegura que tem "ao serviço dois oficiais (...), sendo que ambos já exerceram funções de Comando". Pedro Ferreira desmente, dizendo que "apenas há um oficial, chefe da Equipa de Intervenção Permanente, que trabalha das nove às 18 horas e não pertence à estrutura de Comando".


Fonte: JN

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