Bombeiro Ferido em Explosão Devido a Fuga de Gás na Amadora Já Teve Alta - VIDA DE BOMBEIRO

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sexta-feira, 8 de abril de 2022

Bombeiro Ferido em Explosão Devido a Fuga de Gás na Amadora Já Teve Alta

 


O bombeiro ferido com gravidade em março numa explosão após fuga de gás num prédio da Amadora já teve alta hospitalar, adiantou o comandante dos bombeiros locais, ressalvando que ainda não foram apuradas as causas oficiais do incidente.


Uma explosão após fuga de gás num prédio de oito andares, ocorrida em 16 de março no número 7 da Rua José Maria Pereira, no Casal de São Brás, freguesia da Mina de Água, no concelho da Amadora, provocou 16 feridos, o mais grave deles um bombeiro que teve de ser transportado para o Hospital de São Francisco Xavier, em Lisboa.


A explosão, que ocorreu pelas 11 horas, deixou também 39 pessoas desalojadas e causou danos em estruturas de prédios adjacentes e em vários estabelecimentos comerciais.


Cerca de três semanas depois, em declarações à agência Lusa, o comandante dos Bombeiros da Amadora, Mário Conde, adiantou hoje que o bombeiro ferido gravemente já teve alta hospitalar e que se encontra em casa a recuperar "favoravelmente".


"Teve alta anteontem [terça-feira] e está em casa a recuperar. Ele foi operado ao pé. A bacia será recuperada com o tempo, pois uma operação [à bacia] seria mais dolorosa. Está também a ser acompanhado por um psicólogo", indicou.


Relativamente às causas da explosão, Mário Conde ressalvou que "ainda não existe um relatório oficial da Polícia Judiciária (PJ)", embora exista a suspeita de que tenha existido furto do contador do gás.


Dois dias depois desta explosão, fonte do Comando Metropolitano da PSP de Lisboa, contactada pela Lusa, referiu que aquela força de segurança tinha recebido uma queixa de furto de cobre dos contadores de gás, relativa a este incidente, e que naquele dia já tinha recebido outra queixa de Sintra sobre o furto de 25 contadores de água.


Entretanto, numa resposta enviada à Lusa, fonte da Câmara Municipal da Amadora, no distrito de Lisboa, referiu que o prédio onde ocorreu a explosão continua inabitável e que a autarquia está "a trabalhar, em conjunto com a Segurança Social, para encontrar uma alternativa habitacional no parque privado para quatro famílias".


Estas quatro famílias encontram-se alojadas numa unidade hoteleira da Amadora, enquanto "se aguarda a regularização dos seguros face ao relatório da PJ".


"A Segurança Social tem suportado financeiramente as diárias da unidade hoteleira e a Câmara Municipal tem disponibilizado, além do acompanhamento social, refeições diárias gratuitas", indica a autarquia.


Fonte: JN

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