Incêndios Arrasam Província Argentina de Corrientes - VIDA DE BOMBEIRO

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terça-feira, 22 de fevereiro de 2022

Incêndios Arrasam Província Argentina de Corrientes

 


O Presidente argentino, Alberto Fernández, qualificou hoje como "tragédia" os incêndios que assolam a província de Corrientes, no nordeste do país, defendendo o apoio prestado pelo executivo nacional.


"Corrientes chama a atenção de toda a Argentina [...], acaba de passar por uma grande tragédia, mas colocamos todas as nossas forças para ajudar", disse o chefe de Estado durante uma cerimónia na província de Buenos Aires.


De acordo com o último relatório do Ministério do Ambiente, hoje estão oito incêndios ativos em Corrientes, concentrados, em espacial, na zona norte da província, enquanto outros dois já se encontram dominados.


Até ao momento, o Governo enviou para zona cinco aviões hidrantes, um avião de observação e três helicópteros, juntamente com outros 159 operacionais e pessoal de apoio convocado pelo Serviço Nacional de Gestão de Incêndios (SNMF).


O Presidente argentino ressaltou que o seu Executivo fez "tudo" o que estava ao alcance para ajudar a província, governada pela oposição de Gustavo Valdés, que pertence à União Cívica Radical (UCR).


"O que é verdade é que não escrevemos tuítes para isso, o que é verdade é que não anunciamos com ele", disse Alberto Fernández, acrescentando que "não há uma Argentina central e uma periférica", mas, sim, cidadãos que precisam que o seu país "se levante".


As declarações surgem depois de vários políticos das oposições terem criticado as ações do Governo em relação aos incêndios em Corrientes, entre acusações de ineficácia e falta de velocidade na resposta à crise.


"Uma seca histórica transformou-se num incêndio sem precedentes. Desde janeiro, as autoridades da província de Corrientes alertaram o Ministério do Ambiente para situação perigosa. Pediram hidrantes, operacionais e equipamentos. Nunca responderam", lamentou no Twitter o ex-Presidente Mauricio Macri (2015-2019).


Os fogos, ativos em Corrientes desde janeiro, já queimaram 785.238 hectares, o que representa 8,8% de província que faz fronteira com o Paraguai, Brasil e Uruguai, de acordo com o último relatório sobre as evoluções dos incêndios do Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuária (INTA), publicado em 16 de fevereiro.


A província foi declarada "zona de catástrofe e ambiental" e recebeu recursos de várias províncias do país, do Governo e de particulares.


Lusa

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