Bombeiros salvam cão soterrado há um dia debaixo de fábrica em Guimarães - VIDA DE BOMBEIRO

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domingo, 12 de abril de 2020

Bombeiros salvam cão soterrado há um dia debaixo de fábrica em Guimarães


Os Bombeiros Voluntários de Guimarães resgataram, este sábado, um cão que estava soterrado debaixo do edifício de uma fábrica na vila de Pevidém. Estava lá preso há um dia.

O alerta para os Bombeiros Voluntários de Guimarães foi dado ao início da tarde de sábado, às 14.14 horas. Foi uma moradora da rua da Circunvalação, na vila de Pevidém, que avisou os bombeiros que já desde sexta-feira ouvia um cão a ladrar de forma insistente.

Quando chegaram à rua da Circunvalação, os três bombeiros chamados à ocorrência rapidamente descobriram a origem do barulho, apercebendo-se que estavam um cão soterrado numa toca situada debaixo de um edifício que já foi uma fábrica. O animal estava com o corpo todo coberto, a cerca de um metro e meio de distância da entrada do buraco que serve para tocas de coelhos. "O cãozito devia ter seguido os coelhos, aquilo desabou e ele ficou no interior da toca", explica o chefe Jerónimo Martins, dos Voluntários de Guimarães.

Depois de alguns minutos a cavar de forma cuidadosa para não causar mais desabamentos, os bombeiros acabaram por conseguir chegar à cabeça do animal. Como é possível ver nas imagens recolhidas pelos elementos da corporação, o animal tinha o corpo totalmente soterrado e apenas se via a cabeça.

Lá acabou por sair com a ajuda da equipa de resgate dos soldados da paz, mas nem ficou para a fotografia de grupo. É que a emoção do animal ao sair do buraco foi tanta que começou a correr e fugiu. "O cão é vadio, não tem dono", refere o chefe Martins, que liderou com sucesso "uma operação de risco, mas que correu bem". Esta não é a primeira vez que um animal fica soterrado debaixo daquele edifício, atualmente devoluto, onde outrora funcionou uma fábrica.

A ocorrência foi dada como terminada às 15.38 horas, revelou a corporação. No local estiveram três bombeiros numa viatura, para além da GNR.

Fonte: JN

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