Número de mortos por coronavírus em Portugal sobe para 76. Há 4268 pessoas infetadas - VIDA DE BOMBEIRO

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sexta-feira, 27 de março de 2020

Número de mortos por coronavírus em Portugal sobe para 76. Há 4268 pessoas infetadas


O número de mortos por coronavírus em Portugal subiu esta sexta-feira para 76, um aumento de 26,6%. No boletim disponibilizado pela Direção Geral de Saúde (DGS) pode ver-se que o número de infetados subiu para 4268.

Mantém-se o número de 43 casos recuperados e há 3995 que aguardam resultado laboratorial. Nos cuidados intensivos estão 71 pessoas de um total de 354 internados.

O documento da DGS indica que estão confirmadas 33 mortes na região Norte, 18 na região Centro, 24 na região de Lisboa e Vale do Tejo e uma no Algarve.

O Alentejo continua sem registo de mortos por coronavírus, assim como os arquipélagos da Madeira e dos Açores.

Há 19816 contactos e vigilância pelas autoridades de saúde.
Das 76 mortes registadas, 43 tinham mais de 80 anos, 18 tinham idades entre os 70 e os 79 anos, 10 entre os 60 e os 69 anos e quatro entre os 50 e os 59 anos.

Das 4.268 pessoas infetadas pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2), a grande maioria (3.914) está a recuperar em casa, 354 (mais 163) estão internados, 71 (mais 10) dos quais em Unidades de Cuidados Intensivos.

A faixa etária mais afetada é a dos 40 aos 49 anos (821), seguida dos 50 aos 59 anos (775), dos 30 aos 39 anos (671) e dos 60 aos 69 anos (613).

Há ainda 49 casos de crianças com idades até aos nove anos, 104 de jovens com idades entre os 10 e os 19 anos e 433 com idades entre os 20 e os 29 anos.

Os dados indicam também que há 415 casos de pessoas com idades entre os 70 e os 79 anos e 383 com mais de 80 anos.

Segundo o relatório da DGS, 105 casos resultam da importação do vírus de Espanha, 72 de França, 27 do Reino Unido, 22 da Suíça, 21 de Itália, 17 dos Emirados Árabes Unidos, 13 de Andorra, oito do Brasil, sete da Alemanha, cinco da Bélgica, quatro da Áustria, três da Índia, dois dos EUA, dois do Egito e outros dois da Argentina.

Foram ainda importados um caso da Áustria/Alemanha, Cuba, Dinamarca, Israel, Irão, Jamaica, Luxemburgo, Maldivas, Países Baixos, Polónia, Qatar, República Checa, Tailândia e Venezuela.

Segundo a DGS, 60% dos doentes positivos ao novo coronavírus apresentam como sintomas tosse, 51% febre, 35% dores musculares, 28% cefaleias, 24% fraqueza generalizada e 19% dificuldade respiratória.

Momentos depois de ter sido divulgado o boletim da DGS, foi realizada a habitual conferência de imprensa. Nesta marcaram Graça Freitas, Diretora-Geral da Saúde, e o secretário de Estado da Saúde, António Sales.

Foi nesta conferência que António Sales referiu que a taxa de mortalidade em Portugal se situa em 1,7% e acrescentou que mais de 80% dos óbitos representam pessoas com mais de 70 anos. Antes de terminar a sua intervenção, o secretário de Estado reforçou que "não nos podemos deixar vencer pela ansiedade e pelo medo". "A nossa escolha será sempre pela vida", disse mais tarde.

Graça Freitas, na sua intervenção, optou por reforçar a ideia de serem respeitadas as medidas tomadas e afirmou que uma outra "medida preventiva será haver uma formar de desdobrar a população de um lar em duas". A Diretora-Geral da Saúde falou da questão dos lares por serem, atualmente, um foco de infeção relevante.

Comentando a evolução desta pandemia no País, Graça Freitas referiu que "apesar de tudo há uma tendência para retardar a curva". A Diretora-Geral Saúde revelou ainda que o pico do coronavírus durará "algumas semanas" e nunca ocorrerá "antes de maio".

"São previsões, vale o que vale", ressalvou, acrescentando que, de acordo com os matemáticos que analisam os dados ao serviço das autoridades de saúde, o pico da pandemia em Portugal "não será um momento instantâneo no tempo".

Fonte: Correio da manhã

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