Bebé nasce em ambulância na A4 em Mirandela - VIDA DE BOMBEIRO

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terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Bebé nasce em ambulância na A4 em Mirandela


É o segundo parto efetuado na autoestrada transmontana no espaço de duas semanas. Desta vez, aconteceu junto ao nó de acesso a Palheiros (Murça), na madrugada desta terça-feira. Uma bebé nasceu, na ambulância dos bombeiros voluntários de Mirandela, quando a mãe estava a ser transportada para a maternidade de Vila Real. Ambas estão bem.

O parto foi realizado por dois bombeiros e dois enfermeiros da SIV (Suporte Imediato de Vida) do INEM de Mirandela, que entretanto foi acionada para o local. "A senhora estava com contrações e ocorreu a rutura da bolsa de água pelo que tínhamos de fazer o trabalho de parto ali mesmo. Estabilizamos a parturiente até à chegada da equipa da SIV e por todos conseguimos realizar o parto sem problemas com a mãe a consegui expulsar por ela própria o bebé", explica Raúl Marcelo, um dos bombeiros da corporação de Mirandela, que foram acionados pelo CODU (Centro de Orientação de Doentes Urgentes), às 02.35 horas da manhã, para efetuar o transporte de Georgina Guilherme.

O parto em plena A4 foi realizado às 03.25 horas. O pai da bebé, que seguia num automóvel atrás da ambulância, confessa que viveu alguns minutos de ansiedade e de preocupação. "Nem sabia o que pensar nem como reagir quando vi aquela situação, mas felizmente as coisas correram bem, porque os bombeiros e os enfermeiros estiveram bem, mas as coisas podiam ter sido de outra forma se houvesse uma maternidade em Mirandela, entretanto fechada em 2006", lembra Philippe Guilherme.

Depois do trabalho de parto, a mãe, de 39 anos, e a filha, Irina, foram transportadas para a maternidade do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro, em Vila Real. "Já passaram os momentos de ansiedade e ambas estão bem", assegura o pai.

A pequena Irina nasceu com 2, 645 quilos. É a segunda bebé a nascer em plena autoestrada transmontana, no espaço de duas semanas. No dia 26 de janeiro, uma família de Freixo de Espada à Cinta teve que improvisar uma sala de partos em plena A4, antes do nó do Azibo, no concelho de Macedo de Cavaleiros, quando se deslocavam para a maternidade de Bragança.

Fonte: JN

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