Nova “Bateria de Máquinas de Rastos” Reforça Combate em Monchique - VIDA DE BOMBEIRO

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domingo, 5 de agosto de 2018

Nova “Bateria de Máquinas de Rastos” Reforça Combate em Monchique


Proteção civil espera que o reforço possa ajudar a resolver o incêndio “ao longo da noite de hoje”. Já lá vão 48 horas de chamas e 30 operacionais feridos.

São duas as frentes que preocupam os bombeiros e todos quantos estão a combater as chamas em Monchique: uma virada a Sul e a caminhar para a vila e outra a Este, próxima da estrada nacional 266.

De acordo com o balanço feito às 12h30 pela Proteção Civil, 30% do incêndio está dominado, mas há ainda 70% a dar muito trabalho, sobretudo pelos difíceis acessos e as condições meteorológicas.

Nas declarações aos jornalistas, o comandante distrital de Faro, Vítor Vaz Pinto, disse ter total confiança nos operacionais envolvidos no combate e adiantou que o plano estratégico de ação definido tem sido atualizado face às variáveis das últimas horas.


Nesta altura, estão 785 operacionais no terreno (92 entidades), apoiados por 204 veículos, 13 meios aéreos e 16 máquinas de rasto.

Face às previsões meteorológicas para as próximas horas, o comandante distrital da Proteção Civil anunciou o reforço com “uma bateria de 14 máquinas de rastos”, acompanhada de “especialistas que esperamos que seja determinante para a resolução do incêndio ao longo da noite de hoje”.

110 pessoas deslocadas por prevenção

No total, foram deslocadas 110 pessoas desde o início do incêndio, na sexta-feira: “79 pessoas no Algarve e 31 em Beja”, distrito onde o fogo já entrou via Odemira.

Quanto a feridos, são 30 – todos operacionais e na sequência do calor e do fumo, avança o comandante Vítor Vaz Pinto.

A mesma fonte adianta que o quadro para as próximas horas, apesar de melhor do que o de ontem, “é desfavorável para quem combate o fogo”, com as temperaturas a ultrapassarem os 40 graus e uma sensação térmica nos 45/46 graus.

O vento vai intensificar-se durante a tarde, com rajadas que podem ser fortes, e a humidade relativa vai continuar muito baixa.

Renascença

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