Idoso de 89 anos abandonado mora há 1 mês e meio nas urgências do Hospital de Barcelos - VIDA DE BOMBEIRO

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segunda-feira, 16 de julho de 2018

Idoso de 89 anos abandonado mora há 1 mês e meio nas urgências do Hospital de Barcelos


Um idoso de 89 anos que foi abandonado pela família está a residir no hospital de Barcelos já há mais de 1 mês e meio. O senhor tem vivido na unidade de urgências desse hospital, após os familiares recusarem a aceitá-lo de volta.

Os familiares do octogenário já foram contactados várias vezes pelos responsáveis do hospital, mas receberam sempre a mesma resposta de que não querem o idoso de volta.

O Ministério Público já foi informado da situação no dia 4 de Junho, mas até à data o idoso continua a viver nas urgências do hospital. Casos destes de abandono de familiares idosos são uma realidade pelo país inteiro, e acarretam vários custos extras para as respetivas unidades.

Os casos de abandono costumam ser mais mais comuns nas épocas das férias, como o verão e o natal, de acordo com dados divulgados pelo Ministério da Saúde.

As propostas para a criminalização do abandono de idosos nos hospitais e em centros de saúde foram sugeridos por deputados do CDS-PP e do PAN em fevereiro, mas foram rejeitadas hoje no Parlamento.

A revista Sábado adianta que estas iniciativas foram chumbadas pela maioria dos deputados do PS, PCP e Bloco de Esquerda pois consideram que estariam a criar um direito penal apenas para os pobres.

O deputado socialista Fernando Anastácio defendeu a necessidade de criação de respostas sociais ao problema de envelhecimento e da proteção dos idosos, referindo algumas medidas que estão a ser desenvolvidas, e rejeitando a criminalização de eventuais abandonos.

“As respostas, essencialmente, devem ser dadas no plano social e não no plano criminal” segundo o parlamentar do PS, deviam “procurar responder a estas matérias na perspectiva criminal é uma não percepção do problema e não encará-lo de frente”.

Para o parlamentar do PS, “as respostas, essencialmente, devem ser dadas no plano social e não no plano criminal” porque “procurar responder as estas matérias na perspectiva criminal é uma não percepção do problema e não encará-lo de frente”.

Fonte: JN

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