Arguidos Arriscam Penas Efetivas de Prisão por Tragédia de Pedrógão Grande - VIDA DE BOMBEIRO

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terça-feira, 12 de junho de 2018

Arguidos Arriscam Penas Efetivas de Prisão por Tragédia de Pedrógão Grande


O Ministério Público constituiu mais três arguidos devido aos fogos de Pedrógão Grande, ocorridos no ano passado, por crimes que preveem prisões efetivas: Margarida Gonçalves, da Proteção Civil; José Graça, vice-presidente da Câmara de Pedrógão; e António Castanheira, encarregado geral da mesma autarquia. 

Juntam-se aos sete arguidos já constituídos: Mário Cerol, da Proteção Civil; Augusto Arnaut, comandante dos bombeiros de Pedrógão; Sérgio Gomes, comandante do CDOS; dois funcionários da concessionária de autoestradas Ascendi e dois de empresas responsáveis pela limpeza das bermas. O CM sabe que o DIAP de Leiria defende que cada arguido cometeu 64 crimes de homicídio na forma negligente e mais de uma centena de crimes de ofensas corporais. 

O processo entra na reta final e a acusação deverá ser deduzida até 15 de julho. O DIAP admite ainda que possa haver mais arguidos neste processo, mas empresas como a Acendi ou a EDP não serão constituídas arguidas, porque os crimes em causa - por terem sido cometidos na forma negligente - não o permitem.

Correio da Manhã

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