Dispositivo em Portalegre com mais Meios Aéreos, mas Menos Bombeiros - VIDA DE BOMBEIRO

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terça-feira, 29 de maio de 2018

Dispositivo em Portalegre com mais Meios Aéreos, mas Menos Bombeiros


O combate aos incêndios no distrito de Portalegre conta, este ano, com mais meios aéreos, mas menos equipas de bombeiros em relação a 2017, revelou hoje o comandante distrital de Operações de Socorro.

"Na sua fase mais musculada (nível IV) vamos ter 341 elementos apoiados por 78 veículos. Estes elementos são todos aqueles que contribuem para o Dispositivo Especial de Combate aos Incêndios Rurais (DECIR) no distrito", explicou à agência Lusa Rui Conchinha, responsável pelo Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Portalegre.

O DECIR conta, em relação ao de 2017, com menos equipas de bombeiros, mas, segundo Rui Conchinha, esta situação é "compensada" pelo Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro (GIPS) da GNR e equipas de intervenção permanente operacionalizadas nos corpos de bombeiros de Castelo de Vide, Portalegre, Marvão e Arronches.

No que diz respeito aos meios aéreos, encontra-se nesta fase um avião de coordenação no Aeródromo Municipal de Ponte de Sor, entrando também no dispositivo, a partir de quinta-feira, dois aviões anfíbios médios.

"No dia 01 de julho iniciarão também atividade dois helicópteros ligeiros com brigada helitransportada dos GIPS da GNR. Um fica em Ponte de Sor e o outro meio aéreo em Portalegre", acrescentou.

De acordo com Rui Conchinha, as "grandes diferenças" do dispositivo em relação a 2017 estão focadas no número de meios aéreos, uma vez que o distrito de Portalegre, no ano passado, dispunha apenas de um helicóptero.

O ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, afirmou no domingo que, apesar de o dispositivo de combate a incêndios florestais para 2018 ter "a maior capacidade de meios aéreos dos últimos anos", os recursos financeiros não estão esgotados.

"Temos a maior capacidade de meios aéreos dos últimos anos, a tempo, e com recursos, [uma vez] que não se utilizaram todos aqueles que estão disponíveis para este ano", frisou o responsável pelo Ministério da Administração Interna (MAI).

Eduardo Cabrita disse esperar que "os recursos em 2018 sejam suficientes", mas notou que "ainda existem recursos por utilizar" e que "para a segurança das populações não existirá restrição orçamental".

"O orçamento de 2019, certamente, também garantirá que daremos continuidade à garantia da segurança dos portugueses", acrescentou.

Fonte: Noticias ao Minuto

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