Mourato Nunes "Tranquilo" com Escolhas para a Proteção Civil - VIDA DE BOMBEIRO

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quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Mourato Nunes "Tranquilo" com Escolhas para a Proteção Civil


O general Mourato Nunes, presidente da Autoridade Nacional de Proteção Civil, afirmou-se "tranquilo" com as escolhas do coronel António Paixão para comandante operacional e Patrícia Gaspar para 2º comandante da Proteção Civil.

À margem de uma visita, esta quinta-feira, ao Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Beja, o general Mourato Nunes, presidente da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), falou ao JN e afirmou-se "tranquilo, sereno e convicto" com as nomeações de António Paixão e Patrícia Gaspar, que considera serem "uma boa decisão e uma boa escolha".

Mourato Nunes justificou a sua presença em Beja, onde foi recebido pelo comandante distrital do CDOS, tenente-coronel Vítor Cabrita, com a necessidade de "contactar com as realidades locais de cada comando", o que pretende "fazer com todo o dispositivo nacional", justificou.

Instado pelo JN a comentar as reações à escolha do coronel António Paixão, o ex-comandante Geral da Guarda defendeu que "a reação é genericamente favorável. A personalidade em questão para além de integrar uma força de segurança, esteve muito ligado ao lançamento do GIPS", força de primeira intervenção criada no seio da GNR.

Falando sobre a personalidade por si escolhida, Mourato Nunes definiu o militar da GNR como "muito experiente na área da segurança e proteção" e por isso "reúne condições para o desempenho das funções", acrescentando que o coronel António Paixão será "coadjuvado pela 2ª comandante, uma pessoa da casa e extremamente experiente", acrescentou, referindo-se a Patrícia Gaspar.

Sobre as críticas vindas de alguns setores da Proteção Civil, nomeadamente da Liga de Bombeiros, considerou que o assunto "é pacífico e as críticas são sempre bem-vindas, porque não há unanimidade nas decisões".

Esta visita a Beja é também considerada como um "sinal de confiança" no atual comandante distrital do CDOS, tenente-coronel Vítor Cabrita, que foi reconduzido no cargo durante o corrente ano, onde chegou em julho de 2010, procedente do Regimento Infantaria 3 (Beja).

Segundo apurou o JN, um dos temas que certamente foi abordado tem a ver com a nomeação do 2º comandante do CDOS de Beja, cargo vago desde o passado dia 20 de outubro, quando Noémia Ramos, antiga comandante dos Bombeiros Voluntários de Vidigueira, tomou posse como vereadora da Câmara Municipal de Cuba. Junto de fonte conhecedora do processo foi possível apurar que do CDOS de Beja foram enviados três nomes para que Mourato Nunes se pudesse pronunciar.

Fonte: JN

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