Ébola: Transporte de Doentes Limitado - VIDA DE BOMBEIRO

________________________________________________________________

________________________________________________________________

________________________________________________________________

domingo, 19 de outubro de 2014

Ébola: Transporte de Doentes Limitado


Orientação da DGS é de concentrar os meios de socorro.

Perante um caso suspeito de ébola, os bombeiros portugueses não devem transportar a pessoa para o hospital ou centro de saúde – devem contactar a Linha de Saúde 24 ou o INEM, através do número 800 203 264. 

Os procedimentos a adotar pelos bombeiros foram divulgados ontem pela Autoridade Nacional de Proteção Civil.

O aviso para os bombeiros se manterem afastados de potenciais casos de ébola resulta das orientações provenientes da Direção-Geral de Saúde. Segundo o coordenador da Linha de Saúde 24, Sérgio Gomes, "esta decisão resulta da necessidade de concentrar as respostas numa equipa preparada e equipada para esta situação em concreto".

O responsável acrescentou ao Correio da Manhã que nas chamadas para a Saúde 24 "as questões relacionadas com o vírus ébola são praticamente nulas, entre as mais de duas mil chamadas diárias." Recorde-se que o diretor-geral de Saúde, Francisco George, afirmou na quarta-feira no Parlamento que ficou decidido que os meios da Proteção Civil não devem ser mobilizados perante a presença de um risco de contágio que é atualmente considerado baixo.

O esclarecimento de Francisco George surgiu no mesmo dia em que o presidente da Liga do Bombeiros, Jaime Soares, solicitou um pedido de reunião "urgente" à Autoridade Nacional de Proteção Civil para clarificar o papel dos bombeiros no combate ao vírus do ébola. No gabinete de crise, dirigido pela Direção-Geral da Saúde, não figuram elementos da Autoridade Nacional da Proteção Civil.

Portugal registou até agora cinco casos suspeitos, que se revelaram negativos. Francisco George estimou também que até ao final deste mês possam surgir no nosso país dois ou três casos importados da doença que já matou mais de 4500 pessoas, a maioria nos três países africanos afetados pelo vírus – Libéria, Serra Leoa e Guiné-Conacri.




Fonte: Correio da manha

Sem comentários:

Enviar um comentário