Bombeiros Poderão Vir a Recorrer a Fundos Comunitários para Investimento em Infraestruturas - VIDA DE BOMBEIRO

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sábado, 1 de outubro de 2022

Bombeiros Poderão Vir a Recorrer a Fundos Comunitários para Investimento em Infraestruturas

 


O Ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro, afirmou, em Gondomar, que os bombeiros poderão vir a recorrer a fundos comunitários para investimento em infraestruturas e em modernização de equipamentos.

 

Durante a sessão solene comemorativa do 100º aniversário da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Areosa-Rio Tinto, José Luís Carneiro revelou que se reuniu com a Ministra da Coesão Territorial e que  ficou decidido que as associações humanitárias dos bombeiros, as autarquias e as comunidades intermunicipais vão ter acesso a uma linha de financiamento no quadro comunitário 2030, para infraestruturas e modernização dos equipamentos de combate aos incêndios florestais.

 

«A melhor homenagem que podemos fazer a estes 100 anos de dedicação à comunidade, e àqueles que fizeram parte desta família e que já não estão entre nós, é colocar no centro das prioridades de política pública a prevenção de riscos e a mobilização dos meios e de todo o conhecimento disponível», disse o Ministro, revelando ainda que está já aprovada a verba para antecipação do pagamento das despesas do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR).

 

José Luís Carneiro agradeceu aos bombeiros todo o esforço que têm feito no combate aos incêndios rurais e lembrou que o Governo está empenhado em estudar as ocorrências mais graves deste ano e avaliar a forma como foram combatidas, porque deste trabalho resultarão importantes contributos para o futuro, num contexto em que as alterações climáticas provocam fenómenos cada vez mais violentos e complexos. 

 

«É fundamental analisarmos, com exigência, com humildade, com cooperação, com partilha de responsabilidades e com serenidade, o comportamento dos grandes incêndios e a melhor forma de os prevenirmos e de os combatermos», disse o ministro, lembrando que esse trabalho se iniciou já com a primeira reunião de peritos, provenientes de vários centros de investigação do país, nomeadamente alguns membros que fizeram parte da Comissão Técnica Independente que avaliou os fogos de 2017.

 

«É uma equipa que pretende ir além da mera elaboração de um relatório apontando falhas ou responsáveis. Até porque, não é demais lembrar, 90% dos incêndios rurais deste ano foram debelados nos primeiros 90 minutos, o que demonstra a eficácia do nosso sistema na esmagadora maioria das ocorrências», explicou. «Mas depois há os outros 10% que escaparam a esta eficácia do ataque inicial, e é sobre esses que temos de refletir e aprender mais», acrescentou. 

 

Estes peritos vão entregar, até novembro, recomendações à equipa que está já a fazer a avaliação dos grandes fogos deste ano, na Subcomissão de Lições Aprendidas, que funciona no âmbito da Comissão Nacional de Gestão Integrada de Fogos Rurais.  

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