Comandante dos Bombeiros de Coruche Apresenta Demissão - VIDA DE BOMBEIRO

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quinta-feira, 3 de março de 2022

Comandante dos Bombeiros de Coruche Apresenta Demissão

 


O Comandante dos Bombeiros Municipais de Coruche, Luís Fonseca, apresentou à Câmara Municipal de Coruche a cessação à comissão de serviço que o nomeara Comandante da corporação, deixando assim a corporação ao fim de treze anos na cadeia de Comando.


De acordo com o que o NS apurou, a demissão de Luís Fonseca terá efectividade a 30 de Abril, estando este nesse período em gestão e ‘transição de testemunho’ ao até aqui segundo comandante, Luís Coelho, que irá assumir o Comando da corporação.


Contactado pelo NS, Luís Fonseca confirmou a renuncia ao cargo, e questionado se esta demissão estaria relacionada com momento que se vive nos Bombeiros Municipais de Coruche, em que os atrasos no socorro são frequentes, este apenas referiu que a sua saída se deve “a novos desafios profissionais”. “As pessoas passam e as instituições ficam”, disse.


Francisco Oliveira, Presidente da Câmara Municipal de Coruche, que detém o corpo de bombeiros, confirmou que o município recebeu e aceitou a demissão do Comandante Luís Fonseca, passando o corpo de bombeiros a ser comandado interinamente pelo segundo comandante, Luís Coelho. Sem se alongar muito em comentários à situação, o Presidente do Município de Coruche referiu apenas que “iremos gerir a situação internamente”, esclarecendo ainda que irá ser aberto um procedimento para a integração de um novo Comandante para os Bombeiros Municipais.


“Estamos a avaliar a situação”, concluiu.


Ao que o NS apurou, Luís Fonseca irá assumir um cargo Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas – IFAP, na área da Segurança e Protecção Civil, na sequência de um concurso público.


Esta situação surge na sequência de um alegado mau estar interno na corporação, onde vários operacionais estão a negar-se a efectuar serviços, reivindicando uma alteração no horário e pagamento de horas extraordinárias.


Apesar de receberem o subsídio de disponibilidade, os operacionais alegam que lhe terão que ser pagas as horas de trabalho realizadas fora do seu horário.


Nos últimos meses são diversos os processos disciplinares movidos aos operacionais, por alegada recusa à prestação ou atraso no socorro, situação que se encontra a ser analisada pelos juristas do município.


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