Transporte de Doentes em VDTD: Reconhecidos Argumentos dos Bombeiros - VIDA DE BOMBEIRO

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domingo, 5 de dezembro de 2021

Transporte de Doentes em VDTD: Reconhecidos Argumentos dos Bombeiros

 


Em nota à comunicação social a Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) congratula-se pelo reconhecimento dos argumentos apresentados “em sede de grupo de trabalho do Ministério da Saúde” em torno da questão do transporte de doentes não urgentes que “tem criado um enorme constrangimento económico e operacional às associações e corpos de bombeiros”.


“Trata-se de pugnar pelo reconhecimento adequado da viatura dedicada ao transporte de doentes (VDTD) com que os bombeiros se apetrecharam ou adaptaram de anteriores” para este serviço.


Do mesmo modo, a confederação “defende e reivindica mais uma vez junto do Governo” para que pelas operadoras de autoestradas cumpram a lei e isentem as VDTD das portagens, “como acontece com todos os restantes veículos dos bombeiros”. Assim sendo, a LBP apenas “quer ver reconhecida plenamente a utilização” destas viaturas e a sua inclusão, sem constrangimentos, no sistema de gestão administrativa do ministério da Saúde, como também “ver confirmado o preço para a sua utilização em 51 cêntimos/quilómetro, cuja revisão não é feita desde 2012”.


A terem ganho de causa, os bombeiros consideram “sanada a controvérsia” suscitada pela incorreta aplicação ou interpretação da legislação “por parte de algumas ARS” bem como para o devido ressarcimento pela utilização desses veículos.


Os argumentos defendidos pela LBP foram apresentados em sede de grupo de trabalho, criado para propor a tabela de preços e as regras a aplicar ao transporte de doentes não urgente em VDTD, e no qual têm assento, o INEM, representantes de todas as ARS, dois representantes da LBP e ainda os transportadores privados.


Não obstante este avanço nas negociações nesta matéria, a confederação não deixa de continuar a reivindicar “o pagamento das dívidas dos hospitais e das administrações regionais de saúde (ARS) aos bombeiros que têm vindo a acumular-se correspondendo hoje a bastos milhões de euros”.


A terminar o comunicado a LBP exige que “o Governo seja expedito na concretização da aceitação das propostas aprovadas em grupo de trabalho”.

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