Subsídio de risco de cem euros? Para os Bombeiros seria "melhor do que nada" - VIDA DE BOMBEIRO

________________________________________________________________

________________________________________________________________

________________________________________________________________

________________________________________________________________

________________________________________________________________

________________________________________________________________

_______________________________________________________

segunda-feira, 6 de setembro de 2021

Subsídio de risco de cem euros? Para os Bombeiros seria "melhor do que nada"

 


Se para os polícias um subsídio de risco de 100 euros de subsidio de risco é considerado um insulto, para os bombeiros seria melhor do que nada. Quem o afirma é o presidente da Associação Nacional de Bombeiros Profissionais (ANBP), Fernando Curto.


O ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, anunciou, esta sexta-feira, que o valor do subsídio de risco para as forças de segurança será fixado em cem euros, um montante que fica aquém do que tem sido reivindicado pelo setor.


Depois deste anúncio, que diz respeito à Polícia de Segurança Pública (PSP) e à Guarda Nacional Republicana (GNR), os bombeiros vêm fazer-se ouvir, acusando o Governo de, mais uma vez, esquecer-se destes profissionais e deixá-los fora da equação.


Fernando Curto, presidente da Associação Nacional de Bombeiros Profissionais, garante que mesmo com um subsídio de apenas 100 euros (que é rejeitado pelos representantes sindicais dos polícias, por ser considerado demasiado baixo), os bombeiros já ficariam satisfeitos.


Em declarações à TSF, o representante dos bombeiros exige a equiparação de medidas para todas as forças de segurança, sublinhando que 100 euros seriam "melhor do que nada.


O subsídio de risco é, no entanto, apenas parte de um pacote maior de reivindicações dos bombeiros, que têm sido expostas aos sucessivos governos, ressalva Fernando Curto.


O subsídio de risco é a garantia dada às forças de segurança que consta do OE2021, artigo 42, e que estabelece dois comandos: ponderação e avaliação, dando consistência aos subsídios que são pagos - "trabalho tem vindo a ser feito", segundo o ministro - e revisão da componente de risco - "trabalho que foi feito até ao final do primeiro semestre" de 2021. O processo da negociação foi conduzido em diálogo com as estruturas sindicais pelo secretário de Estado da Administração Interna, mas os valores anunciados esta sexta-feira não corresponderam às exigências dos sindicatos.


Fonte: TSF

Sem comentários:

Enviar um comentário

________________________________________________________________

________________________________________________________________

________________________________________________________________

________________________________________________________________