Um Terço da Floresta Tem Câmaras de Videovigilância - VIDA DE BOMBEIRO

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segunda-feira, 9 de agosto de 2021

Um Terço da Floresta Tem Câmaras de Videovigilância

 


Os meios de videovigilância na floresta cobrem 32% do território continental, que permitiram detetar 198 incêndios em 2020 e 25 no primeiro semestre deste ano. Há, porém, regiões como Alto Tâmega, Douro e Algarve que não têm sistemas operacionais.


Os meios de videovigilância na floresta permitiram detetar 198 incêndios em 2020 e 25 no primeiro semestre deste ano, segundo notícia do Jornal de Negócios. A mesma refere que a GNR contabilizou mais de 200 alertas através das câmaras, que permitem aceder a “zonas” onde outros meios de vigilância não conseguem aceder, permitindo ainda despistar falsos alarmes e intervir rapidamente na extinção dos fogos ou até identificar incendiários em flagrante.


De acordo com a publicação, atualmente estão implementadas e em processo de instalação cerca de 80 câmaras que cobrem uma área estimada de três milhões de hectares do território de Portugal. Porém, há ainda áreas como o Alto Tâmega, o Douro e o Algarve que não dispõem destes sistemas. No Algarve, não há qualquer projeto em curso para a implementação desses sistemas, enquanto que, na região do Douro, decorre a "elaboração de um estudo prévio" que avaliará as necessidades do território.


Assim, para já, a videovigilância fiscaliza parte de zonas florestais nos distritos de Setúbal, de Lisboa, Santarém, Castelo Branco, Guarda, Viseu, Coimbra, Aveiro, Porto e Bragança, através de salas de controlo que operam 24 horas por dia, sendo que a monitorização e respetivo tratamento de imagens são garantidos por militares da GNR.


"O sistema de videovigilância florestal, apesar de ser também uma das ferramentas integrantes do sistema de vigilância fixa, constitui-se como um complemento daquele que é o seu pilar central: a Rede Nacional de Postos de Vigia, implementada de norte a sul do país", afirma o diretor do SEPNA, coronel Vítor Caeiro, em declarações ao JN.


"As câmaras de vídeo têm importância não só na vigilância e na deteção de incêndios, mas, depois, assumem relevância para visualizar a progressão do fogo e as condições em que ele se encontra", explica.


As Comunidades Intermunicipais (CIM) têm-se candidatado a fundos do Programa Operacional de Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR) para a colocação de mais câmaras nas áreas florestais sem vigilância. A. instalação dos meios de videovigilância tem sido promovida através de financiamento europeu.


Fonte: Sapo 24

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