Combate a Incêndios no Distrito de Santarém com Menos Operacionais - VIDA DE BOMBEIRO

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segunda-feira, 14 de junho de 2021

Combate a Incêndios no Distrito de Santarém com Menos Operacionais

 


Dispositivo de combate a incêndios no distrito de Santarém em 2021 conta com menos cerca de meia centena de operacionais, mas comandante distrital de operações de socorro diz que o numero é suficiente.


O dispositivo de combate a incêndios no distrito de Santarém para a fase mais crítica vai contar com 801 operacionais, 145 veículos e quatro meios aéreos, além das novas tecnologias. O comandante distrital de operações de socorro de Santarém, David Lobato, disse à Lusa que, embora semelhante ao do ano passado, o dispositivo operacional conta com menos 44 elementos. Em 2017, ano dos últimos grandes incêndios, o total de operacionais afectos à fase mais crítica era de 521, tendo aumentado progressivamente até atingir os 845 em 2020 e reduzir ligeiramente para os 801 este ano. "Em termos gerais, o dispositivo sofreu uma redução de meios disponíveis, mas é muito semelhante ao do ano passado", sublinhou, tendo destacado que o excelente desempenho alcançado o ano passado assenta em premissas que se vão manter, como "o pré-posicionamento de meios", a "monitorização permanente", uma "detecção precoce" e o "despacho imediato e musculado de meios".


Segundo David Lobato, que assumiu o cargo este ano em substituição de Mário Silvestre, o dispositivo é suficiente para o distrito, destacando experiência e o conhecimento do terreno por parte dos operacionais. O comandante referiu ainda que existe uma percentagem muito elevada de bombeiros já vacinados contra a covid-19.


Entre os dias 1 e 30 de Junho o dispositivo operacional está no nível três de empenhamento, contando no terreno com 135 veículos e 647 elementos. Na fase quatro, de 1 de Julho a 30 de Setembro, a mais crítica, o dispositivo vai conta com um total de 801 operacionais das várias equipas de intervenção e combate a incêndios, contando ainda com os meios técnicos e humanos da AFOCELCA - Agrupamento Complementar de Empresas de Proteção Contra Incêndios, Associação de Produtores Florestais, ICNF, sapadores florestais das CIM Médio Tejo e Lezíria, militares do Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro, agentes da PSP e militares da GNR/SEPNA), além de apoio ao nível de 27 postos de vigia e 16 câmaras do sistema de videovigilância, entre outros.


No âmbito do comando e controlo, o dispositivo conta com um comandante em permanência no Comando Distrital, um oficial de planeamento, dois comandantes de operações em permanência na Lezíria e no Médio Tejo, três equipas de posto de comando operacional e oito equipas de reconhecimento e avaliação da situação.


Fonte: O Mirante

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