INEM Lamenta Morte de Doente mas Invoca Diferenças nos Pedidos de Socorro - VIDA DE BOMBEIRO

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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021

INEM Lamenta Morte de Doente mas Invoca Diferenças nos Pedidos de Socorro

 


O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) reconheceu, esta quarta-feira, que quando, no dia 31 de janeiro, foi acionado o pedido de socorro para Vilar Formoso, onde morreu uma mulher de 40 anos infetada com covid-19, a VMER (viatura médica de emergência e reanimação), "se encontrava ocupada noutra emergência médica pré-hospitalar". Sobre a primeira chamada para a linha de emergência, no dia anterior ao óbito, a família e o INEM referem sintomas diferentes.


"De acordo com os sinais e sintomas referidos pelo contactante (dificuldade respiratória, cansaço), foi acionada, às 15.22 horas uma Ambulância de Socorro da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) - Delegação de Vilar Formoso. Às 15.46 horas, o CODU recebeu uma chamada efetuada pela tripulação da Ambulância da CVP, já no local, informando que a vítima sofrera uma Paragem Cardiorrespiratória (PCR) e que a equipa se encontrava a realizar manobras de Suporte Básico de Vida (SBV) com recurso a Desfibrilhador Automático Externo (DAE)", poder ler-se na nota enviada à redação.


"Perante a indisponibilidade momentânea da Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) da Guarda, que se encontrava ocupada numa outra missão de emergência médica pré-hospitalar, o CODU deu indicação para ser iniciado o transporte da vítima para a Unidade Hospitalar. No entanto, a VMER da Guarda ficou disponível minutos depois e foi acionada, no imediato, para a ocorrência em questão", referiu ainda o INEM, sem especificar no entanto a hora a que chegou à residência da doente que acabaria por falecer e quanto tempo distou entre o pedido e a comparência.


Chamada não foi transferida para a linha de saúde 24


Sobre o pedido de socorro efetuado no sábado dia 30, isto é, na véspera da morte, o Instituto Nacional de Emergência Médica esclareceu que recebeu uma chamada às 17.40 mas que os sinais reportados - "febre, tosse sem dificuldade respiratória" - não exigiriam o acionamento de meio de socorro, mas apenas a transferência da chamada para a linha de saúde 24, o que, segundo o INEM, "efetivamente não se verificou". Segundo a família, nessa primeira chamada já teria sido reportada dificuldade respiratória.


Por fim, o INEM disse lamentar "profundamente o desfecho que a situação veio a conhecer, na certeza de que por parte deste instituto e dos seus profissionais e parceiros, tudo foi feito para evitar esse desfecho", concluiu.


Fonte: JN

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