Chaves: Bombeiros de Vidago Adquiriram 10 Viaturas, no Último Mandato - VIDA DE BOMBEIRO

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quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

Chaves: Bombeiros de Vidago Adquiriram 10 Viaturas, no Último Mandato

 


Balanço do último mandato foi realizado pelo reeleito Presidente da Associação dos Bombeiros Voluntários de Vidago, na tomada de posse dos novos órgãos sociais que decorreu no último sábado nas instalações da associação.


Nos últimos anos a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vidago (AHBVV) adquiriu 10 viaturas e requalificou mais duas. Só no ano de 2020 investiram num Veículo Florestal de Combate a Incêndios (VFCI), vindo da Polónia, duas Ambulâncias de transporte de doentes, um Veículo de Operações Especificas (VOPE) e um equipamento de desencarceramento adquirido na Holanda, que foi instalado, remodelando assim a viatura VSAT, Veículo Socorro e Assistência Tático.


A AHBVV adquiriu ainda equipamento de proteção individual, fardamento e foi prestada formação aos operacionais. Também toda a parte antiga do quartel foi alvo de remodelação.


“Finalmente, os nossos bombeiros têm o conforto que merecem, falta finalizar uns remates no parque de viaturas”, referiu Francisco Oliveira, reeleito presidente da associação, durante a cerimónia de tomada de posse dos novos órgãos sociais.


Durante o balanço do mandato o presidente referiu ainda que “se os cidadãos e as entidades deixarem de nos apoiar a missão poderá tornar-se impossível”.

Só em 2020 os bombeiros percorreram mais de meio milhão de quilómetros, 553.516 Km, transportaram 6.352 doentes regulares, estiveram presentes em 829 emergências pré-hospitalares, em 122 incêndios florestais e em 36 acidentes rodoviários. O corpo de bombeiros realizou ainda 144 abastecimentos de água a entidades públicas e privadas e foram ainda prestados 404 outros serviços.


No discurso de balanço foi relembrada a Equipa de Intervenção Permanente (EIP), constituída por cinco operacionais e chefiada pelo Comandante Bruno Henriques, que entrou em funcionamento no início de fevereiro de 2019, num apoio da Autoridade Nacional de Proteção Civil e da autarquia de Chaves em 50% com a despesa do vencimento dos operacionais que ronda os 37.500 euros anuais.


Francisco Oliveira afirmou estar consciente das dificuldades e do trabalho que a direção que encabeça terá pela frente, mas mostrou-se confiante para lidar com as contrariedades. “Estamos aqui com verdadeiro espirito de missão, de boa-fé e determinados a dar o nosso melhor por esta associação e pelo seu corpo de bombeiros. Referiu que o ano de 2020, foi dramático, catastrófico, para os bombeiros Portugueses e para o País, formulou votos para que o ano de 2021 seja um ano sem fogos e sem Pandemia”.


No novo mandato o presidente prevê substituir a cobertura da parte antiga do quartel de amianto, “proibido por lei e que deixa entrar água e a repavimentação da parada”.


Fonte: Alto Tâmega em Revista

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