Covid-19: Bombeiros de Viseu Não Aderiram Totalmente às Equipas Especializadas - VIDA DE BOMBEIRO

________________________________________________________________

________________________________________________________________

________________________________________________________________

________________________________________________________________

________________________________________________________________

________________________________________________________________

________________________________________________________________

terça-feira, 1 de dezembro de 2020

Covid-19: Bombeiros de Viseu Não Aderiram Totalmente às Equipas Especializadas

 


Nem todas as corporações de bombeiros da região de Viseu aceitaram ter equipas especializadas para as operações de apoio à saúde pública no âmbito da Covid-19.


A medida foi avançada no início de novembro pelo Governo, que determinou que a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil pagasse um apoio diário de 85 euros aos bombeiros voluntários por cada viatura afeta a esta estrutura, representando um custo total superior a um milhão de euros por mês.


Em declarações ao Jornal do Centro, o vice-presidente da Federação de Bombeiros do Distrito de Viseu, Guilherme Almeida, diz que houve algumas corporações da região que não aderiram à iniciativa.


“Não consigo quantificar, mas sei que alguns corpos de bombeiros não aderiram, à semelhança do que aconteceu noutros distritos do país. Houve uns distritos em que houve adesão a 100 por cento e outros em que não foi assim”, revela.


O também comandante dos Bombeiros Voluntários de Nelas frisa que esta situação é semelhante a outras onde as corporações são livres de recorreram ou não aos apoios das autoridades. Guilherme Almeida dá como exemplo os meios para o combate aos incêndios florestais, onde “qualquer associação de bombeiros é livre de subscrever ou não em função dos recursos, das necessidades e da sua vontade e entendimento”.


O dirigente diz que as corporações que não aderiram à medida do Governo temeram que as equipas especializadas pudessem aumentar as despesas e acharam que tal não seria rentável para as suas contas.


“Haveria a necessidade de prontidão durante 24 horas, com uma equipa diferenciada e com bombeiros e um veículo que podiam ser mobilizados a qualquer momento. Isso tem claramente de ter os seus custos. Refletindo os 85 euros (de apoio diário por cada veículo) na estrutura, houve associações que entenderam que criar esta equipa não seria rentável”, explica.


Guilherme Almeida salienta ainda que, desde a primeira hora, os bombeiros da região de Viseu estão na linha na frente no combate ao novo coronavírus "e sempre estarão".


Fonte: Jornal do Centro

Sem comentários:

Publicar um comentário

________________________________________________________________

________________________________________________________________

________________________________________________________________

________________________________________________________________