4200 sensores de fumo distribuídos à população do Alto Minho para evitar fatalidades com lareiras - VIDA DE BOMBEIRO

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quinta-feira, 17 de dezembro de 2020

4200 sensores de fumo distribuídos à população do Alto Minho para evitar fatalidades com lareiras

 


A Comissão Distrital de Proteção Civil da Viana do Castelo começou esta quinta-feira a distribuir, na região do Alto Minho, sensores de fumo à população de maior risco de acidentes com sistemas de aquecimento.


Segundo o Comandante Distrital, Marcos Domingues, nos últimos cinco anos foram registadas "cerca de 900 ocorrências" relacionadas com incêndios provocadas por lareiras, salamandras e outros equipamentos. O dispositivo a distribuir por habitantes dos dez concelhos do Alto Minho, destinam-se principalmente a idosos e populações mais isoladas. Trata-se de uma iniciativa, financiada por fundos comunitários, no âmbito do projeto transfronteiriço ARIEM 112.


"Este dispositivo funciona de uma maneira muito simples. São sensores de fumo, que estão preparados para reagir a um pequeno incêndio que surja, de uma salamandra que entre em curto circuito, de uma lareira que se descontrole ou de um aquecedor a óleo com roupa por cima", explicou hoje o Presidente da Comissão Distrital de Proteção Civil de Viana do Castelo, Miguel Alves, numa deslocação à Serra d"Arga para visitar algumas habitações onde já foram instalados sensores. "Estas pessoas estão particularmente isoladas. Numa situação incêndio não têm muitas vezes como pedir ajuda e esta é uma forma de tentarmos acordar as pessoas se adormecerem ou de chamar a vizinhança", descreveu.


O sensor de fumo reage com um sinal sonoro potente, audível no exterior de uma habitação. "É eficaz na deteção. O dispositivo é bastante sensível, à mínima concentração de fumo, dispara", garantiu o Comandante Distrital da Proteção Civil de Viana do Castelo, Marcos Domingues.


Das perto de 900 ocorrências registadas nos últimos cinco anos, relacionadas com incêndios com origem em sistemas de aquecimento, "muitas resultaram na destruição total de habitações". E, por vezes, culminam mesmo na morte dos habitantes. Na região, há apenas memória de um óbito no período entre 2015 e 2020.


Fonte: JN

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