Pior Registo de Sempre. Mais 4224 Casos e 33 Mortes por Covid-19 - VIDA DE BOMBEIRO

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quinta-feira, 29 de outubro de 2020

Pior Registo de Sempre. Mais 4224 Casos e 33 Mortes por Covid-19

 


Depois de na quarta-feira o país ter atingido um novo máximo diário de casos de covid-19 - mais 3960 -, o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS) desta quinta-feira (29 de outubro) indica mais 4224 casos de infeção e mais 33 mortes devido à doença. Este é o pior dia de sempre no que diz respeito a novos casos de infeção no país.


Hoje foi também um dos dias em que se registaram mais mortes por covid-19, depois de em abril se terem confirmado 37 e 35 óbitos devido à infeção, no caso por duas vezes, a 3 a 23 de abril.


Das 33 mortes registadas, 16 ocorreram na região Norte, 12 em Lisboa e Vale do Tejo e cinco na região Centro.


Há ainda a registar 54 486 casos ativos (+ 2 490) e 75 702 casos recuperados (+ 1701).


As autoridades de saúde têm 64 426 pessoas em vigilância (+ 1969).


Desde o início da pandemia, Portugal já registou 132 616 casos confirmados de covid-19 e 2 428 mortes devido à doença.


Em relação aos internamentos, o número de pessoas hospitalizadas continua a subir desde há mais de uma semana. Há neste momento 1 834 doentes hospitalizados, mais 40 do que na quarta-feira, dos quais 269 em Unidades de Cuidados Intensivos (+7).


Em onze dias, o país duplicou o número de novos casos

A 8 de outubro o país ultrapassou a barreira das 1 000 infeções diárias, atingindo 1 278 casos, um valor apenas registado a 10 de abril quando foram notificados 1.516 novos casos.


Desde 8 de outubro os números foram sempre em crescendo, ultrapassando pela primeira vez as duas mil infeções a 14 de outubro com o registo de 2 072 casos.


A barreira dos três mil casos diários foi ultrapassada a 22 de outubro com a notificação de 3.270 novas infeções.


A região Norte continua a registar o maior número de novas infeções diárias, hoje com mais 2.474 casos, totalizando 58.596, e 1.069 mortos, dos quais 16 nas últimas 24 horas, desde o início da pandemia em março.


Na região de Lisboa e Vale do Tejo foram notificados mais 1.102 novos casos de infeção, contabilizando a região 56.580 casos e 967 mortes, das quais 12 nas últimas 24 horas.


Na região Centro registaram-se 524 novos casos, contabilizando 11.401 desde o inicio da pandemia e 309 mortos.


No Alentejo foram registados 50 novos casos de infeção, totalizando 2.608 com um total de 43 mortos desde o início da pandemia.


A região do Algarve tem hoje notificados mais 63 casos de infeção, somando 2.642 casos e 25 mortos.


Na Região Autónoma dos Açores foram registados mais cinco casos nas últimas 24 horas, somando 358 infeções detetadas e 15 mortos desde o início da pandemia.


A Madeira registou seis novos casos nas últimas 24 horas, contabilizando 431 infeções, sem registo de óbitos por covid-19 até hoje.


Maioria dos infetados está na idade ativa

Os casos confirmados distribuem-se por todas as faixas etárias, situando-se entre os 20 e os 59 anos o registo de maior número de infeções.


No total, o novo coronavírus já afetou em Portugal pelo menos 60.271 homens e 72.345 mulheres, de acordo com os casos declarados.


Do total de vítimas mortais, 1.242 eram homens e 1.186 mulheres.


O maior número de óbitos continua a concentrar-se nas pessoas com mais de 80 anos.


Novas restrições serão circunscritas a territórios

O secretário de Estado adjunto e da Saúde defendeu nesta quinta-feira que as novas restrições para combater a pandemia no país serão a nível territorial e mais circunscritas, num modelo que ainda terá de ser estabilizado.


A dois dias de se realizar um Conselho de Ministros extraordinário (sábado) para definir as medidas de controlo da pandemia, o governante afirmou que "todos os países vão começar a adotar medidas de restrições a nível territorial, mais circunscrito".


"E essas restrições serão com certeza a nível mais dos territórios, para que outros territórios que não estão tanto sobre pressão possam respirar do ponto de vista económico e social", admitiu António Lacerda Sales numa entrevista ao podcast Política com Palavra do Partido Socialista.


ARS de Lisboa e hospitais privados sem acordo para tratar doentes

A Administração Regional de Saúde (ARS) de Lisboa diz que nenhum hospital privado da região dispõe atualmente de capacidade para receber "algumas dezenas de doentes covid". Luís Pisco, presidente da ARS de Lisboa e Vale do Tejo, afirma que nenhum hospital privado mostrou disponibilidade, mas a associação que representa o setor não confirma esta afirmação, e adianta que espera ainda receber um plano sobre como a transferência de doentes pode ser concretizada.


O presidente da ARS de Lisboa e Vale do Tejo afirmou esta quarta-feira que eram necessárias "20 a 30 camas" numa unidade de saúde. "Face ao que é a programação que o setor privado tem neste momento, ninguém tinha disponíveis camas para esse efeito", disse, em declarações à TSF.


Mas a Associação Portuguesa de Hospitalização Privada não confirma a indisponibilidade para receber doentes covid-19 de hospitais públicos na região de Lisboa. Numa resposta escrita enviada à TSF, a associação afirma que, na primeira reunião formal, esta quarta-feira, ficou estabelecido que a ARS vai elaborar um plano com as necessidades e termos em que os privados podem colaborar com os hospitais públicos.


"Todos referiram que não tinham possibilidade de aceitar doentes com covid-19", afirmou Luís Pisco ao Jornal de Notícias. Terão apontado que precisam dar resposta à sua atividade programada não-covid. O presidente da ARS admitiu que os privados mostraram disponibilidade para repensar a posição, se a pandemia se agravar muito.


Fonte: DN

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