Suspeitas de Favorecimento no Negócio dos Drones - VIDA DE BOMBEIRO

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quinta-feira, 25 de junho de 2020

Suspeitas de Favorecimento no Negócio dos Drones


A Força Aérea vai comprar 12 aparelhos para usar na prevenção de fogos. O contrato de 4,5 milhões de euros, financiado pelo Fundo Ambiental, deve ser assinado até ao final do mês, mas o concurso está envolto em polémica, até porque já só há uma empresa na corrida.

No início de junho, o Ministério da Defesa Nacional e a Força Aérea Portuguesa (FAP) prometeram 4,5 milhões de euros à empresa que conseguisse construir e entregar, apenas uma semana depois de assinado o contrato, os dois primeiros de um conjunto de 12 drones para reforçar a vigilância e a prevenção na fase mais crítica dos incêndios, já a partir de 1 de julho. 

De envelope na mão, foram ao mercado para uma consulta prévia a três empresas nacionais na área dos unmanned aircraft (nome técnico destes equipamentos), mas só uma apresentou proposta ao concurso. Depois de analisar o caderno de encargos, a Tekever e o CEiiA – que chegaram a formar um consórcio para disputar o contrato – desistiram do negócio. 

“Conclui-se à saciedade que, apesar da aparência de abertura, o procedimento é fechado à concorrência, refletindo uma escolha predefinida da entidade adjudicante”, refere uma nota demolidora do concurso, que a empresa fez chegar à FAP. À VISÃO, o ramo recusa em absoluto que as regras do jogo tenham sido viciadas, mas a verdade é que, agora, a UAVision ficou com caminho livre para levantar o cheque.

Fonte: Visão

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