Refugiado Infetado com Coronavírus Agride Bombeiro em Lisboa - VIDA DE BOMBEIRO

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terça-feira, 26 de maio de 2020

Refugiado Infetado com Coronavírus Agride Bombeiro em Lisboa


Um bombeiro da corporação da Ajuda, em Lisboa, foi agredido por um refugiado, infetado com Covid-19, que pertence ao grupo de requerentes de asilo que se encontram de quarentena na Mesquita Central, em Lisboa. A vítima estava a preparar a entrada de mais 32 refugiados (15 infetados com o novo coronavírus), naquele espaço, vindos da Base Militar de Santa Margarida (Constância).

O ataque, ocorrido no domingo, foi confirmado ao CM por Fernando Azevedo, comandante da corporação da Ajuda. O responsável explicou que o bombeiro recebeu assistência no Hospital de Santa Maria. O mesmo corpo de bombeiros coordenou o transporte dos 32 refugiados que, desde quarta-feira, se encontravam em Santa Margarida. Recorde-se que à chegada a esta unidade militar, após um período de cerca de um mês na base aérea da Ota, em Alenquer, o grupo recusou-se a entrar. Alguns refugiados chegaram a encher sacos com urina e atirá-los aos militares.

Durante o período na instalação do Exército, no concelho de Constância, os 32 refugiados (alguns deles infetados com a Covid-19), voltaram todos a realizar exames. Sabe o CM que pelo menos 15 voltaram a acusar positivo, e os restantes vão ter de manter quarentena profilática. A decisão do Conselho Português para os Refugiados (CPR), organismo que apoia os requerentes de asilo a Portugal, foi a de encaminhar este grupo de 32 pessoas para a Mesquita de Lisboa. A transferência foi feita em autocarros particulares.

À chegada, os estrangeiros ainda hesitaram em entrar na mesquita. Pensaram estar a voltar a uma instituição militar, e ainda injuriaram bombeiros e agentes da PSP, antes de entrarem no local. Irão permanecer na mesquita pelo menos por mais duas semanas.

Refugiados que estão na mesquita são de vários países

Os 32 refugiados que estão desde domingo à noite na Mesquita Central de Lisboa são de várias nacionalidades. Integram o grupo pessoas de Cabo Verde, Guiné-Bissau, Marrocos e de outros países africanos. Todos têm em comum o facto de aguardarem resposta aos pedidos de asilo feitos a Portugal.

Fonte: Correio da Manhã

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