Nadadores-salvadores podem vir a ter de usar máscara, óculos e bata - VIDA DE BOMBEIRO

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sexta-feira, 22 de maio de 2020

Nadadores-salvadores podem vir a ter de usar máscara, óculos e bata


Época balnear ainda está a ser preparada, mas já é certo que não vai haver respiração boca-a-boca. E este verão, quando olhar para o nadador-salvador, talvez veja equipamentos novos.

Ver um nadador-salvador de óculos, bata e máscara nas praias portuguesas pode vir a ser uma realidade durante este verão. A duas semanas do arranque da época balnear, marcado para o dia 6 de junho, ainda estão a ser preparadas as normas de atuação dos nadadores-salvadores, mas uma coisa já é certa: não haverá respiração boca-a-boca no socorro.

À TSF, o diretor do Instituto de Socorros a Náufragos (ISN), comandante Velho Gouveia, garante que há "alternativas a essa modalidade de prestação de Suporte Básico de Vida, nomeadamente a utilização de um kit de oxigénio ou de bombas manuais".

Este último caso tem, no entanto, uma "nuance": para ser utilizada, a bomba manual precisa que estejam "presentes dois nadadores-salvadores", uma situação que o comandante garante ser "fácil de resolver".

Além de protegerem os banhistas, os nadadores-salvadores vão ter enfrentar um novo desafio ao terem também de proteger-se. E, para isso, poderão vir a ter de usar óculos, bata e máscara.

A máscara será de utilização "conveniente", sempre que não for um "obstáculo", tal como o uso de "óculos e uma bata". As normas, recomendações e protocolos vão ser publicados "nos próximos dias".

Com a lotação das praias limitada no âmbito do combate à Covid-19, o comandante Velho Gouveia defende que os nadadores-salvadores não devem estar ocupados a verificar quantas pessoas se encontram na praia, até porque a sua função é "salvar vidas, estar atento à praia e fazer vigilância".

Ter os nadadores-salvadores a desempenhar "outras tarefas" não é "desejável" mas, apesar da relutância, o comandante admite mesmo que possa vir a ser entregue aos nadadores a responsabilidade de contar as pessoas presentes nas praias em cada momento, embora não saiba especificar os "moldes" em que tal acontecerá.

Fonte: TSF

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