"Se as Coisas Correrem Mal, Temos de Dar Um Passo Atrás", Assume Costa - VIDA DE BOMBEIRO

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segunda-feira, 27 de abril de 2020

"Se as Coisas Correrem Mal, Temos de Dar Um Passo Atrás", Assume Costa


António Costa está de visita a indústrias da região do Grande Porto, para assinalar o regresso progressivo ao trabalho em Portugal, depois de mais de um mês de confinamento, para controlar a disseminação da Covid-19.

O primeiro-ministro mostrou-se confiante na decisão de terminar o estado de emergência no início de maio, mas lembrou: "Se as coisas correrem mal, temos de dar um passo atrás".

Costa sublinhou que a normalidade só será possível quando houver uma vacina para a Covid-19 e que será necessário adotar medidas de distanciamento social durante muito tempo. Reconheceu ainda que o risco de contágio vai aumentar à medida que a população começar a sair mais de casa, sendo preciso manter esse risco sob controlo, de forma a evitar a rutura do Serviço Nacional de Saúde.

Durante um apelo à auto-disciplina dos portugueses, em quem depositou parte da responsabilidade de controlar os riscos entre os mais próximos, o primeiro-ministro deixou um alerta: "Ninguém pense que se for necessário não daremos um passo atrás".

Sobre as datas já adiantadas para a reabertura das escolas, Costa frisa que são metas de trabalho, mas que as medidas serão anunciadas a 30 de abril, depois da reunião do Conselho de Ministros e de amanhã serem ouvidos especialistas de saúde.

Confinamento é para manter

Costa desvalorizou o regime legal a adotar após o fim do estado de emergência, optando por sublinhar a necessidade de afastamento entre as pessoas por causa da pandemia, "diga a Constituição o que diga".

"Aquilo que nós sabemos é que é nosso dever ter estas normas de afastamento uns dos outros, usar as máscaras quando estamos em proximidade, porque isso é um risco, diga a Constituição o que diga, haja ou não haja estado de emergência", acentuou.

António Costa falava aos jornalistas em Paços de Ferreira, onde visitou uma empresa de confeções que produz atualmente cerca de 100 mil máscaras por dia.

Comentando as dúvidas suscitadas por constitucionalistas sobre as medidas de confinamento a adotar após o estado de emergência, no âmbito da pandemia de covid-19, o chefe do governo acrescentou: "Eu também sou jurista e sei a capacidade enorme que os juristas têm de inventar problemas. Felizmente, a realidade da vida é muitíssimo mais prática".

O primeiro-ministro acentuou que, acima de tudo, confia "nas pessoas e no comportamento exemplar".

Fonte: JN

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