Fogos Suspeitos em Três Casas de Bairro Histórico de Setúbal - VIDA DE BOMBEIRO

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terça-feira, 24 de setembro de 2019

Fogos Suspeitos em Três Casas de Bairro Histórico de Setúbal


Três incêndios deflagraram esta madrugada de segunda feira, em habitações no histórico bairro da Fonte Nova, em Setúbal. Uma casa era utilizada para fim de semana, outra estava em obras e a terceira era ocupada por quatro pessoas, que não sofreram ferimentos.

A Polícia Judiciária de Setúbal está a investigar os casos e ao que foi possível apurar, a hipótese de fogo posto por mais que um suspeito é a que ganha mais força.

O primeiro incêndio deflagrou na Rua da Herdade pouco antes das duas da manhã. A porta da casa com dois andares foi arrombada e o incêndio ocorreu no primeiro andar. A casa tinha sido requalificada há cerca de dois anos pelo proprietário, residente em Lisboa, que passava aqui os fins de semana com as filhas. "Isto só pode ter sido maldade", referiu.

As chamas foram extintas pelas 2.30 horas pelos bombeiros sapadores e voluntários de Setúbal. Cerca das três da manhã, houve novo foco de incêndio na Rua Marquês de Pombal, numa casa que que se encontrava em obras há cerca de duas semanas.

Rui Cruz, o proprietário, acredita que os suspeitos terão entrado pelos andaimes que se encontram nas traseiras e pegaram fogo num dos cantos do primeiro andar. Os bombeiros impediram que as chamas consumissem o prédio de dois andares, cingindo-se ao primeiro andar. "Não tenho quaisquer inimigos que me quisessem prejudicar, foi pura malvadez", afirmou. A casa foi adquirida este verão e encontra-se em requalificação para posterior venda.

O terceiro incêndio consumiu um prédio de um andar na Rua José Carlos da Maia, perto da Igreja da Anunciada às 6.30 horas. Ao contrário dos dois primeiros incêndios, este causou quatro desalojados.

De acordo com fonte da autarquia, o proprietário do prédio comprometeu-se a encontrar novo apartamento para os inquilinos afetados. O incêndio foi dominado meia hora depois, mas foi de tal forma violento que houve necessidade de remover o telhado do edifício por correr risco de desabamento.

Fonte: JN

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