Reforço do Combate aos Incêndios Custou 32,4 Milhões de Euros - VIDA DE BOMBEIRO

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quinta-feira, 29 de agosto de 2019

Reforço do Combate aos Incêndios Custou 32,4 Milhões de Euros


Nos últimos quatro anos, o número de operacionais no terreno para combate aos incêndios aumentou de 9.721 para 11.492, segundo dados do Ministério da Administração Interna. No mesmo período, o número de viaturas subiu de 2.050 para 2.495. Entre 2015 e 2017, porém, o contingente esteve praticamente estagnado. Desde então, o investimento foi de 32,4 milhões de euros.

Há quatro anos, o último da legislatura de Pedro Passos Coelho e quando António Costa chegou ao poder, o país contava com 9.721 operacionais e 2.050 viaturas; em 2016, ocorreu uma redução mínima: 9.708 operacionais e 2.043 viaturas; já em 2017, ano em que morreram 114 pessoas devido aos incêndios, contavam-se 9.740 operacionais e 2.065 viaturas.

Um ano depois da tragédia que assolou Portugal deu-se um reforço significativo no contingente de combate aos fogos, apontam os registos do MAI. O número de operacionais ascendeu um pouco mais de mil unidades (10.767) e as viaturas aumentaram para 2.303. Este ano, a tendência manteve-se. O número de operacionais é agora de 11.492 e o de viaturas de 2.495.

GOVERNO INVESTIU 32,4 MILHÕES DE EUROS DESDE 2017
No biénio 2018/2019, o Governo de António Costa investiu 32,4 milhões de euros no contingente de combate aos fogos. O Grupo de Intervenção Proteção e Socorro (GIPS) e o Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) receberam bens no valor de 10,29 milhões de euros: 194 veículos e 1424 equipamentos de proteção individual (EPI).

A Força Especial de Bombeiros (FEB) e a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) foram reforçadas com 25 viaturas operacionais e 260 EPI, o que custou ao Estado 2,3 milhões de euros.

A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários (AHBV), por sua vez, recebeu 78 veículos e 10.097 EPI, no valor de 19,8 milhões de euros.

Fonte: Expresso

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