Vídeo do Presidente do INEM em Atos Sexuais Chega a Tribunal - VIDA DE BOMBEIRO

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quarta-feira, 3 de julho de 2019

Vídeo do Presidente do INEM em Atos Sexuais Chega a Tribunal


Um vídeo íntimo gravado pelo presidente do Instituto de Emergência Médica (INEM) há cerca de 15 anos motivou uma acusação contra o presidente da APROSOC (Associação de Proteção e Socorro), por devassa da vida privada. 

João Paulo Saraiva vai ser julgado por ter partilhado com um amigo o vídeo, no qual Luís Meira e a mulher surgem em atos sexuais.

De acordo com a acusação agora deduzida pelo Ministério Público, "em data não concretamente apurada, mas situada entre 2004 e 2005, no quarto de dormir do casal na residência da família, em Paços de Ferreira, o ofendido Luís Meira, com o consentimento da ofendida [a mulher], com recurso à câmara de um telemóvel, filmou a prática do ato sexual mantido entre ambos".

O vídeo ficou guardado no telemóvel do presidente do INEM, que "entre esse momento e março de 2018 efetuou cópias em diversos suportes, em número não concretamente apurado". 

Ainda segundo o Ministério Público, foi neste período que João Paulo Saraiva "em local e de modo não concretamente apurados teve acesso a uma cópia do vídeo", que remeteu a um amigo "no dia 21 de março de 2018, através do Messenger [serviço de mensagens da rede social Facebook]", acrescentando "que quem lhe remetera previamente o vídeo lhe garantira ‘ser a mulher o presidente do INEM’".

As imagens foram visualizadas por outras pessoas ligadas ao INEM e o assunto tornou-se motivo de conversa na instituição. O presidente acabou por formalizar a queixa e João Paulo Saraiva foi agora acusado pelo crime de devassa da vida privada.

Contactado pelo CM, João Paulo Saraiva não quis comentar o caso alegando estar "proibido" de o fazer pelo tribunal. 

Luís Meira também não respondeu por este ser "um assunto do foro pessoal e privado sobre o qual nada tem a acrescentar".

PORMENORES 
PJ investigou denúncia
A Polícia Judiciária investigou o roubo do vídeo após Luís Meira ter apresentado queixa. Só João Paulo Saraiva foi acusado. O vídeo, de um minuto e 20 segundos, não foi exposto nas redes sociais, mas terá circulado em meios restritos a funcionários do INEM.

Arrisca um ano de prisão
As imagens terão sido roubadas do computador portátil do presidente do INEM ou através dos servidores do INEM. João Paulo Saraiva, que foi tripulante de ambulância na instituição, arrisca um ano de cadeia ou 240 dias de multa.

Fonte: Correio da Manhã

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