Operadores de Comunicações da Proteção Civil Exigem Clarificação de Horários e Carreiras - VIDA DE BOMBEIRO

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terça-feira, 25 de junho de 2019

Operadores de Comunicações da Proteção Civil Exigem Clarificação de Horários e Carreiras


Os operadores de comunicações da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) exigiram hoje uma clarificação da carreira e horários de trabalho, considerando urgente esta definição devido ao papel que desempenham no dispositivo de combate a incêndios.

A Associação Nacional de Bombeiros Profissionais e o Sindicato Nacional de Bombeiros Profissionais (SNBP/ANBP) realizaram hoje uma reunião com os dirigentes e delegados das salas de gestão de emergências da ANEPC para debater a proposta do Governo em relação à carreira e horário de trabalho destes profissionais.

O presidente do sindicato, Fernando Curto, disse à agência Lusa que ficou decidido pedir uma reunião, “com caráter de urgência”, ao secretário de Estado da Proteção Civil para que seja feito um ponto da situação relativamente à proposta do Governo, uma vez que “falta definir” uma carreira especial e atribuir um horário de trabalho correspondente às funções que desempenham.

Fernando Curto afirmou que os operadores de comunicações desempenham um “papel fundamental” no âmbito do Dispositivo Especial de Combate aos Incêndios Rurais (DECIR) ao gerirem os meios e os recursos humanos, mas “têm sido mal tratados”.

“A urgência da definição da carreira desta classe é de fulcral importância tendo em conta o seu papel fundamental no âmbito do DECIR. Estes profissionais asseguram um pilar fundamental da prestação de socorro uma vez que asseguram as comunicações de socorro, recebem as chamadas de emergência, acionam-nas e gerem os meios de socorro”, realçou.

Fernando Curto adiantou que estes operadores de comunicação exigem uma clarificação da carreira, defendendo uma carreira especial e integrada na função pública, “o fim da precariedade que tem dominado” a vida destes elementos e formação especializada e certificada.

Estes funcionários da ANPEC exigem também a definição de um horário de trabalho uniforme, praticável em todos os Centros Distritais de Operações de Socorro (CDOS) e correspondente à especificidade das suas funções.

A ANBP/SNBP considerou ainda que não compreende a razão destes operacionais terem ficado de fora da recém-constituída Força Especial da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (que sucedeu à Força Especial de Bombeiros), tendo em conta a responsabilidade que têm nas salas de operações.

Fonte: Sapo 24

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