Braga: Falta de Espaço deixa Novas Ambulâncias INEM na Rua - VIDA DE BOMBEIRO

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quarta-feira, 20 de março de 2019

Braga: Falta de Espaço deixa Novas Ambulâncias INEM na Rua


A Real Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Braga (RAHBVB) recebe esta semana duas novas ambulâncias de emergência através de um protocolo celebrado com o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), mas… não tem onde as guardar.

Com um quartel limitado em termos de espaço no centro histórico da cidade, são já várias as ambulâncias estacionadas no largo Paulo Osório, em frente ao quartel. E estas duas novas ambulâncias de emergência farão companhia ao ar livre a outras duas de emergência e a pelo menos seis de transporte de doentes não urgentes, já habitualmente aparcadas naquela praça na via pública.

Ao Semanário V, o sub-chefe Pedro Ribeiro, atual responsável pela parte operacional daquela corporação, lamenta que aquele corpo de bombeiros voluntários ainda não possua instalações dignas, não só para aparcar viaturas, mas também para dar todas as condições aos cerca de 80 voluntários que compõe o corpo ativo da RAHBVB.

“Ainda estamos à espera de um quartel novo ou de um recuperado, seja o nosso ou o antigo dos Bombeiros Sapadores”, disse o sub-chefe ao Semanário V, à margem da inauguração da exposição ilustrada da Via-Sacra de Maximinos, que decorreu esta segunda-feira.

Pedro Ribeiro explica que, com estas duas novas ambulâncias, passam a ser “quatro ambulâncias de socorro na rua”, literalmente. “Uma delas tem apenas três anos, outra tem mais anos mas foi pintada no ano passado e estas duas do INEM vão passar a ser nossas também vão para lá”, explica.

“Estamos a falar de um investimento grande para quatro ambulâncias dormirem na via pública, até porque vem aí o período quente e temos de as pôr à sombra”, algo que escasseia nas imediações do quartel. Pedro Ribeiro salienta também que, durante o período de frio, “não as conseguimos aquecer para pôr a trabalhar”.

O sub-chefe vinca que “nunca” a RAHBVB teve tantas ambulâncias de socorro como agora e que “é triste não ter condições para as poder estimar melhor”.

“Neste momento temos 70 bombeiros no ativo e mais 18 em recruta, que terminam a sua fase de estágio, fazem o exame distrital para o ano, passam a ser 88 e pode ser que venham mais, alguns bombeiros que regressam ao ativo da reserva. Para o quartel que temos, este número de operacionais é o limite.

Sobre soluções, o sub-chefe vinca que aquela associação ainda está à espera de uma decisão, sobre se será feito um quartel novo, existindo já um terreno adquirido pela associação, ou se avançam as obras no atual quartel, existindo também uma candidatura a fundos europeus para esse efeito.

“Outra das soluções seria ir para o antigo quartel dos Sapadores de Braga”, adianta ainda Pedro Ribeiro, mas o Semanário V sabe que aquele quartel ainda não dispõe das condições necessárias para albergar uma corporação com perto de uma centena de elementos e mais de duas dezenas de viaturas.

Fonte: Semanário V

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