Suspeita de Ilegalidades nas Contas da Escola Nacional de Bombeiros - VIDA DE BOMBEIRO

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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Suspeita de Ilegalidades nas Contas da Escola Nacional de Bombeiros


Gestão financeira e contratações feitas pelo presidente estão a ser investigadas. Há suspeitas de desvios para fins não contratados no orçamento da instituição, num valor superior a 19 milhões de euros anuais.

Tanto a gestão financeira da Escola Nacional de Bombeiros (ENB), em Sintra, como as contratações de quadros feitas pelo presidente, José Ferreira, estão a ser investigadas por suspeitas de má aplicação de fundos públicos. Segundo o Jornal de Notícias, há ainda suspeitas de desvios para fins não contratados no orçamento da instituição, num valor superior a 19 milhões de euros anuais. 

A auditoria às contas da escola, que é propriedade da Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) e da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), que abrange os anos de 2015, 2016 e 2017, está a ser realizada pela Proteção Civil, que garante ter encontrado um cenário "complexo". Cabe à ANPC financiar a escola e pagar aos mais de 600 elementos da Força Especial de Bombeiros e aos cerca de 300 operadores das centrais de socorro - que têm a ENB como como entidade patronal direta, e não o Estado.

A ANPC impôs o final do ano passado como data-limite para a conclusão da investigação, mas "cenários inesperados" encontrados nas contas da ENB e declarações de funcionários do quadro atrasaram o processo. "Prevê-se que apenas venha a estar concluída em fins de março de 2019", admitiu a ANPC.

"A auditoria incide na relação existente entre a ENB e a ANPC, fundada em protocolo existente, que prevê o financiamento da ENB pela ANPC e a afetação de património para o seu funcionamento", afirmou ao jornal a Proteção Civil. 

Jaime Marta Soares, presidente da LBP, revelou desconhecer "que decorria uma auditoria com esses contornos". No entanto, não acredita "que haja suspeitas sobre as contas que foram aprovadas sem dúvidas de ninguém".

Fonte: Sábado

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