Bombeiros tentam resgatar criança presa em poço a 110 metros de profundidade - VIDA DE BOMBEIRO

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segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Bombeiros tentam resgatar criança presa em poço a 110 metros de profundidade


O menino, de dois anos, está preso num poço com uma largura de 25 centímetros, há mais de 18 horas.

Com a ajuda de uma sonda, a equipa de resgate conseguiu localizar a criança de dois anos que caiu há mais de 18 horas dentro de um poço de mais de 100 metros de profundidade na Serra de Totalá, em Espanha.

Os bombeiros introduziram uma sonda pelo buraco de 20 centímetros de diâmetro e conseguiram identificar um bolsa com brinquedos do menino. O mecanismo, com vídeo, chegou até aos 80 metros de profundidade.

Dada a complexidade da situação, empresas da região com tecnologia que permite chegar ao fundo deste poço, já se ofereceram para ajudar. “Contamos com a oferta apresentada de várias empresas especializadas, que oferecem soluções para situações destas. A verdade é que ninguém está preparado tecnicamente para resgatar um corpo num espaço tão estreito, mas evidentemente, existe tecnologia para aceder a locais estreitos e fundos, como é o caso, e todas estão a ser levadas em conta”, disse aos jornalistas Maria Gámez, subdelegada do governo em Málaga.

De acordo com o jornal espanhol "El País", a sonda não conseguiu ir mais fundo, pois o poço está bloqueado com terra que se terá desprendido durante a queda. Acredita-se que a criança esteja soterrada.

Mais de 100 elementos dos serviços de emergência participam na operação de regate.

O poço encontra-se junto à necrópole La Tumba del Moro, um local turístico a 80 quilómetros de Madrid, onde se podem visitar oito túmulos das primeiras comunidades cristãs em Espanha.

O local onde caiu a criança estava sem proteção e sem sinalização de risco.

De acordo com a imprensa espanhola, a família do menor estava a fazer um almoço numa quinta de um familiar quando a criança caiu no buraco sem que nenhum dos presentes conseguisse evitar a queda.

O presidente do Brigada de Bombeiros Regionais, Francisco Delgado Bonilla, disse que a família ouviu o choro do menino pouco depois de cair, mas que pouco depois deixaram de ouvir a criança.

Renascença

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