Ministra da Administração Interna revela mudanças no dispositivo de combate aos incêndios, numa entrevista que vai ser publicada na íntegra na edição deste sábado do Expresso e que agora antecipamos. Terrorismo, segurança do aeroporto, refugiados e estatutos da GNR foram outros dos temas abordados.
Constança Urbano de Sousa admite que o último verão não foi fácil: os incêndios florestais atingiram grandes proporções e a área ardida quase que triplicou em relação a 2015. Para que os episódios que ocorreram no Funchal, na serra de Monchique ou na Lousã não se repitam, ou pelo menos sejam atenuados, estão a ser formados 1350 militares até maio, que vão ajudar os bombeiros no próximo verão. Será a primeira vez que um número tão elevado de elementos das forças armadas vão participar nas operações de rescaldo dos fogos.
A cerca de cinco meses da fase Charlie — a mais crítica em termos operacionais —, a ministra só consegue dar garantias de que três dos seis helicópteros Kamov de combate a incêndios estarão 100% operacionais a 1 de julho. Um deles está acidentado e dois passam por um processo de recuperação que Constança Urbano de Sousa considera “complexo”.
Fonte: Expresso

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