STAE Questiona Governo - VIDA DE BOMBEIRO

______________________________________________________________________

________________________________________________________________

________________________________________________________________

________________________________________________________________

terça-feira, 25 de agosto de 2015

STAE Questiona Governo


O Sindicato dos Técnicos de Ambulância de Emergência (STAE) questiona Secretário de estado adjunto do ministro da saúde sobre fecho de ambulâncias no período nocturno na Covilhã, Aveiro e Viseu. Na carta, a direcção do STAE deixa a Covilhã como exemplo de como a medida está a prejudicar a população, acusando o comandante da corporação de bombeiros local de “ânsia cega de protagonismo no pré-hospitalar”. 

Segundo o sindicato, a directora regional do INEM, Alice Luzio, deu indicações para serem ignorar os critérios pré existentes e se accionar o Posto de Emergência Médica (PEM) dos BV Covilhã em primeiro lugar, “tendo desde então passado a existir atrasos muito significativo no socorro às vítimas, comprometendo a prestação de cuidados de saúde de forma atempada e eficiente.”

O STAE acrescenta que nesta zona do país e na Covilhã em particular “têm sido abundantes os casos ocorridos, pela recusa dos Bombeiros da Covilhã em realizarem transferências inter-hospitalares”, relatando uma situação ocorrida no passado dia 3 de Agosto às 00:25h “em que AEM Fundão transportou uma vítima para o CHCB tendo posteriormente necessidade de ser transferida. Perante a recusa dos BV Covilhã em efectuar o transporte inter-hospitalar este vitima só foi transferida às 9:02 pela AEM Covilhã.”

A falta de meios, de operacionais e até de habilitações técnicas para operar ambulâncias é outra situação que, segundo o sindicato, não pode ser ignorada, deixando como exemplo o caso ocorrido na Covilhã no passado dia 9 em que “uma ambulância dos referidos bombeiros foi tripulada por um motorista, um estagiário a bombeiro e uma formadora da empresa privada FEMEDICA - um elemento externo ao corpo de bombeiros. São estes os moldes de funcionamento defendidos pelo Comandante dos BV da Covilhã, que pela ânsia cega do protagonismo no pré-hospitalar leva a que sejam cometidos erros graves.”

Contactado pela RCB o comandante da corporação covilhanense remete para mais tarde uma reacção.

Fonte: Radio Cova da Beira