Desde Janeiro, a Polícia Judiciária já deteve 68 pessoas suspeitas de terem ateado incêndios, um número três vezes superior ao do ano passado.
De acordo com os dados do Gabinete Permanente de Acompanhamento e Apoio da Polícia Judiciária de Coimbra, e divulgados pelo Jornal de Notícias, metade dos suspeitos foi mantida em prisão preventiva, ou seja, com a pena de coação máxima.
Das detenções em causa, 23 ocorreram nas últimas três semanas, o que justifica o elevado número de fogos florestais que têm ocorrido em Portugal. Relembre-se que, apenas na segunda-feira, foram registados cerca de 300 fogos florestais, que necessitaram do apoio de mais de 600 bombeiros.
Foram mantidos presos 32 homens e duas mulheres.
Fonte: JN
