Só este ano, já foram identificados dez menores suspeitos de terem ateado fogos florestais. Um número que duplica os valores do ano passado (cinco) e se mantém a par dos números de 2013 (12).
Ao todo, já foram identificados 27 menores desde 2013 por incendiarem áreas florestais. Falamos de menores a quem não podem ser imputadas responsabilidades criminais, e para quem a única opção de punição são processos tutelares educativos, que podem acabar em internamentos em centros educativos.
Do total de suspeitos detidos, menores e adultos, 11% tem menos de 18 anos, mas as motivações não divergem entre miúdos e graúdos. Ouvida pelo Público, Cristina Soeiro, coordenadora do gabinete de psicologia da Escola da PJ, explica em causa estão sobretudo “casos de limitações cognitivas” e “manifestações de isolamento e limitações na inserção social”.
Fonte: Noticias ao Minuto
