Racionalização dos meios e unidades de saúde privada ajudam a responder ao afluxo populacional na zona do Algarve na época balnear.
É nesta altura do ano que a população no sul do país triplica, graças ao afluxo de turistas nacionais e estrangeiros. Para dar resposta a tanto utente, a região viu-se obrigada a racionalizar os recursos disponíveis e beneficiar das unidades de saúde privadas, que asseguram a assistência médica da população nesta época do ano.
No Algarve, existem seis serviços de Urgência públicos. A estes, juntaram-se outras sete unidades privadas de saúde, que totalizam 13 centros de atendimento.
No entanto, este leque de opções continuaria a não ser suficiente se a racionalização de meios não tivesse sido implementada. "Existem os mesmos médicos do que no ano passado", assegura o presidente da Administração Regional de Saúde (ARS) do Algarve, Moura Reis. em declarações ao Jornal de Notícias.
"Temos de adaptar horários e recorrer ao trabalho extraordinário dos nossos profissionais", explica o responsável, que enaltece "a disponibilidade e espírito de colaboração" dos médicos e centros de saúde algarvios.
Por fim, o responsável explica que a crise contribuiu, paradoxalmente, para uma melhoria no cenário de atendimento: "[A crise] fez com que os hábitos mudassem. Antes, as pessoas vinham três semanas, depois começaram a vir duas e agora muitas já só vêm uma. Quase não têm tempo para ficar doentes".
Fonte: Noticias ao Minuto
