«A tomada de atitude do corpo activo é contra o Sr. Comandante».
É desta forma que um grupo de elementos do corpo activo dos bombeiros de Vila Verde reage aos últimos desenvolvimentos relativos à ausência dos “soldados da paz vilaverdenses” na procissão solene do Santo António de Vila Verde, ontem realizada. E vão mais longe justificando a não comparência nos actos religiosos: «a direcção dos bombeiros sempre apoiou os bombeiros e a Fanfarra».
Na nota enviada à nossa redacção, os bombeiros pretendem «esclarecer alguns factos: «a instrução de sexta-feira com o Sr. Comandante foi anulada pelo próprio; o Sr. Comandante coloca sempre a ordem de serviço, o que não aconteceu este ano, mas não sabemos porquê; a Fanfarra faz convívios (e vários) convívios e os bombeiros não são convidados; a Fanfarra vai lanchar todos os anos no fim da procissão e os bombeiros não; os elementos da fanfarra que se encontravam no quartel foram proibidos pelo Sr. Manuel Silva (Pousada) e pelo próprio Paulo Mota de participarem na procissão; quem causa instabilidade no quartel é o Sr. Comandante, provocando guerras que não deviam existir; a Direcção tem assistido a tudo porque nada pode fazer/ não tem poder disciplinar sobre o comandante; nenhum bombeiro se encontrava na via pública a assistir à procissão, mas sim os elementos da Fanfarra é que se encontravam fardados».
Na mesma nota enviada à edição online do jornal “O Vilaverdense”, fazem chegar uma carta dirigida à direcção dos bombeiros em que apresentam «um Voto de Confiança sobre as decisões tomadas» no âmbito do caso “Márcia Costa”.
Fonte: O Vilaverdense
