Bombeiros “Nervosos” a Poucos Dias de Saber Decisões Sobre o “Caso Márcia Costa” - VIDA DE BOMBEIRO

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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Bombeiros “Nervosos” a Poucos Dias de Saber Decisões Sobre o “Caso Márcia Costa”


«O senhor comandante é que superintende o Corpo Activo e é a ele que compete tomar uma decisão». É nestes termos que o presidente da direcção dos bombeiros voluntários de Vila Verde, Carlos Braga, se refere ao “caso Márcia Costa”. Diz que «há prazos a cumprir e a direcção aguarda por uma posição oficial do comando». É que – como sublinha – «o abaixo-assinado foi dirigido ao comando, com conhecimento da Direcção».
Interpelado pelo jornal “O Vilaverdense”, Carlos Braga não emite opinião sobre o caso. «Está nas mãos do comandante decidir», mas sempre foi notando que «são muitas assinaturas». 

Ao que apuramos, o comandante do corpo activo, Alberto Lomba, já terá sido chamado aos organismos que superintendem os bombeiros a nível do distrito e deverá tomar uma posição nas próximas horas.
Na base deste último episódio polémico a envolver os bombeiros está a forma como a formação é conduzida, os eventuais atropelos e falhas, descritos num abaixo-assinado de meia centena de bombeiros da corporação. Tal como noticiamos oportunamente, o “regime de excepção” em que a coordenadora Márcia Costa exercerá funções de bombeira, entre outros, está narrado no documento/“abaixo-assinado” de 55 elementos do Corpo Activo. Estes reclamam o “afastamento de funções de responsável pela instrução contínua do CB” da bombeira Márcia Costa. 

O referido documento foi entregue aos responsáveis pela direcção, comando e coordenação distrital de bombeiros (CDOS). 

Márcia Costa ainda não reagiu em termos oficiais. Deixa uma decisão para o comandante. Por sua vez, o Comandante dos Bombeiros, José Alberto Lomba, apenas se limita a dizer que - «obviamente!» - tomará uma posição. 

CENAS DE PUGILATO 
As tensões internas são cada vez maiores, ao que apuramos. Do enredo bem ao estilo de uma telenovela, o último “episódio” reserva uma cena de pugilato no interior das instalações. Dois bombeiros terão chegado a confrontar-se fisicamente após uma discussão mais acesa.
Mais um caso que ressalta a instabilidade que se vive nos bombeiros de Vila Verde, cuja “paz podre” continua a deixar marcas.

Fonte: O Vilaverdense