Pico de Gripe Faz Disparar Mortalidade - VIDA DE BOMBEIRO

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terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Pico de Gripe Faz Disparar Mortalidade


Direcção-Geral da Saúde diz que há mil mortes acima do esperado para este Inverno. Marcada para as 16h30 desta terça-feira uma conferência de imprensa do secretário de Estado adjunto da Saúde, Leal da Costa.

O pico de gripe fez disparar mortalidade no país. A Direcção-Geral da Saúde (DGS) diz haver mil mortes acima do esperado para este Inverno.

A DGS confirmou estes números à Renascença, remetendo mais esclarecimentos para uma conferência de imprensa do secretário de Estado adjunto da Saúde, Leal da Costa, agendada para esta terça-feira, às 16h30.

Devido ao aumento do número de casos de gripe, foi anunciado, na segunda-feira, o alargamento do horário de vários centros de saúde da região de Lisboa e Vale do Tejo. Até 27 de Fevereiro, estes centros vão ter as portas abertas mais tempo, à noite e ao fim-de-semana, para poder dar resposta à grande afluência de doentes por causa da gripe e aliviar os serviços de urgência hospitalares.

O plano é activado numa altura em que várias urgências hospitalares continuam em ruptura e em que são conhecidos novos casos de morte nestes serviços, após longas horas de espera.
A Linha Saúde 24 também vai abrir um serviço de atendimento específico para a gripe (808 242 424). A garantia foi feita, na passada semana, pela subdirectora geral da Saúde, Graça Freitas. Este serviço funcionará a partir de Coimbra e irá responder apenas a casos suspeitos de gripe.

Esta segunda-feira, a Plataforma Lisboa em Defesa do Serviço Nacional de Saúde (SNS) exigiu a demissão do ministro da Saúde, a quem fez chegar uma carta responsabilizando-o "pela situação caótica nas urgências e mortes por alegada falta de assistência".

O documento foi entregue por uma dúzia de elementos da plataforma, que antes explicaram à comunicação social as razões da iniciativa, nomeadamente "os sucessivos desinvestimentos no SNS" que "conduziram à saída de milhares de profissionais de saúde, à redução do número de camas até de doentes agudos, ao fecho de extensões, centros de saúde e urgências".

Fonte: Renascença